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Marcolino Moco diz que “revolta” contra regime “anda na cara de muita Gente”
Para Marcolino Moco, a maioria dos angolanos está desiludida com os resultados eleitorais oficiais, que deram vantagem ao Movimento Popular de Libertação de Angola (MPLA, no poder desde 1975), porque esses dados não correspondem, no seu entender, à vontade popular nas eleições de 24 de Agosto.
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A verdade da mentira do conselheiro – Raul Diniz
Os que acompanham ao longe e/ou de perto o articulista Ismael Mateus, percebem de imediato que sim, o jornalista ignora com invulgar desfaçatez, as realidades prementes que as constantes turbulências criadas pelo líder do seu partido têm deixado o país cheio de mazelas gravosas no tecido da nossa expressiva angolanidade, inclusive quando nas vestes de presidente da república.
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Jornalista notificado verbalmente pelo SIC
O veterano jornalista Ilídio Manuel recebeu, esta semana, uma chamada telefônica do Serviço de Investigação Criminal de alguém que se identificou com o nome de Edivaldo Oliveira, notificando-lhe para apresentar-se nesta sexta-feira, naquele serviço, sem que o tivessem revelado as razões da notificação verbal.
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General João Lourenço: Gestão do poder Vs estado democrático de direito - Hélder Caetano
Foi no dia 2 de Dezembro de 2016 que o engenheiro José Eduardo dos Santos anunciou, em reunião do Comité Central do MPLA, realizada em Luanda, a sua desistência como cabeça de lista do MPLA às eleições gerais de 23 de Agosto de 2017. Com a escolha que coube ao general João Manuel Gonçalves Lourenço para o preenchimento da vaga, era o prelúdio da virada irreversível de um longo reinado de 38 anos. Os resultados das eleições publicadas pela Comissão Nacional Eleitoral (CNE) deram vitorioso o então ministro da defesa. Mas ficaram marcados por uma contestação veemente por parte da UNITA, da Convergência Ampla de Salvação de Angola-Coligação Eleitoral (CASA-CE) e do Partido de Renovação Social (PRS), liderados pelos Drs. Isaías Ngola Samakuva, Abel Epalanga Chivukuvuku e Benedito Daniel, respectivamente. Para os três principais partidos na oposição, as eleições foram fraudulentas. Pelas redes sociais, vislumbravam-se megas manifestações, com consequências imprevisíveis para o país. No seio da população, receava-se o desenterrar do machado de guerra. A crise foi desactivada graças à mediação silenciosa de entidades internacionais e nacionais.
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Entrevistas
Analista prevê desafios importantes para a nova governadora de Cabinda, Mara Quiosa
Nas eleições de 24 de agosto, a União Nacional para a Independência Total de Angola (UNITA), o maior partido da oposição, elegeu quatro deputados naquele círculo provincial, um resultado histórico, contra apenas um deputado do Movimenta Popular de Libertação de Angola (MPLA), no poder.
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“No país nunca mais haverá conflitos armados e nem guerra” – assegura Kamalata Numa
O partido UNITA realizou ontém, sábado, em Luanda, uma marcha denominada “marcha da liberdade”, para repudiar os resultados definitivos divulgados pela CNE que deram vitória ao MPLA com 51%. De acordo com uma nota a que o Correio da Kianda teve acesso, a manifestação visou também, exigir a liberdade, a democracia plena, pela defesa da vida e direito humanos em Angola
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UNITA quer debate sobre as autarquias no arranque do ano parlamentar
Maior partido da oposição alerta que todos os que se opuserem à institucionalização das autarquias em Angola, serão "ultrapassados pelo tempo". E espera uma decisão em 2023.
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General defende que João Lourenço tinha que ser levado ao Tribunal
O General na reforma, Manuel Pacavira, disse recentemente em exclusivo à “Rádio Eclésia” que, em qualquer parte do mundo organizado o Presidente do MPLA tinha que ser levado ao Tribunal, pelas práticas incorretas que ele está a cometer.
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Sexta-feira, 07 de Outubro de 2022