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Parlamento “chumba” requerimento de protesto da UNITA
O Plenário da Assembleia Nacional (AN) “chumbou”, esta quinta-feira, um requerimento do Grupo Parlamentar da UNITA, solicitando um voto de protesto contra actos alegadamente praticados contra a cidadã Ludmila Pinto, esposa do jornalista e activista Cláudio Pinto.

O “chumbo” teve lugar durante a 2ª Reunião Plenária Ordinária da 1ª Sessão Legislativa da V Legislatura da AN, orientada pela presidente deste órgão de soberania, Carolina Cerqueira.

O deputado Esteves Hilário, do MPLA, disse, a propósito, que se o plenário votasse favoravelmente o requerimento da UNITA, seria aberto, na história do Parlamento, um precedente absolutamente preocupante.

Para o deputado, num país com mais de 30 milhões de habitantes há indivíduos que diariamente são vítimas de assaltos, notando que esses indivíduos são tão cidadãos quanto a cidadã que foi objecto deste requerimento".

Aclarou, contudo, "que isto não quer dizer que não nos solidarizemos com a situação".

Na óptica do deputado, a Assembleia Nacional não é e não pode ser tratada como uma esquadra policial, onde os cidadãos fazem queixas sobre factos que lhes tenham ocorrido.

De igual modo, o deputado Paulo de Carvalho, também do MPLA, ressaltou que o grupo parlamentar do seu partido é também contra a violência, para quem o assunto em apreço não é de natureza política, "é um assunto que deve ser encaminhado às autoridades policiais".

"Todos nós estamos sujeitos à violência por parte de quem quer que seja, nós próprios ao nível do nosso Grupo Parlamentar tivemos, em tempos, um caso de um deputado que foi raptado e, recentemente, este ano, o caso de um deputado que foi baleado", aferiu.

O deputado espera que, no caso do requerimento apresentado pela UNITA, as autoridades policias façam devidamente o seu trabalho.

Segundo o requerimento, a cidadã Ludmila Pinto, esposa do jornalista e activista Emanuel Pinto, foi vítima de perseguição e três agressões físicas (esfaqueamento) com objectos cortantes.

A última agressão, nota o documento, ocorreu no dia 21 de Novembro deste ano em plena luz do dia, na via pública.

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Quarta-feira, 07 de Dezembro de 2022