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Restos mortais do Dr Jonas Savimbi já repousam na Lopitanga
Milhares de pessoas acorreram à aldeia de Lopitanga, para presenciar a inumação dos restos mortais do Dr. Jonas Malheiro Savimbi, ocorrida este sábado, 01 de Junho de 2019, tal como programara a direcção da UNITA.
26/06/2019
UNITA realiza seu XIII congresso em Novembro
O Presidente da UNITA, Isaías Samakuva convocou esta terça-feira, 25 de Junho de 2019, o XIII Congresso ordinário do Partido para os dias 13, 14 e 15 de Novembro de 2019, em Luanda.

Fê-lo nos termos do número 1 artigo 27º dos Estatutos do Partido, e na sequência do parecer favorável da Comissão Política, por ocasião da IV reunião ordinária daquele órgão deliberativo, nos intervalos dos Congressos, realizada em Dezembro de 2018.

Segundo a cláusula acima “o Congresso reúne ordinariamente de 4 em 4 anos por convocação do Presidente do Partido, ouvida a Comissão Política”.
De salientar que o Congresso é o órgão supremo do Partido ao qual compete, estabelecer a linha político-ideológica do Partido; aprovar e adoptar a estratégia, o programa do Partido e seus objectivos; rever os Estatutos e o Programa maior do Partido; rever os símbolos do Partido; aprovar os relatórios que lhe sejam apresentados pelos órgãos do Partido; eleger o Presidente do Partido; eleger a Comissão Política; decidir sobre a extinção, fusão, cisão ou a incorporação do Partido, nos termos dos Estatutos; apreciar a actuação dos órgãos do Partido e deliberar sobre qualquer questão de interesse do Partido.

Na ocasião da convocação do maior conclave do Partido, o Presidente Isaías Samakuva exortou os membros e militantes no sentido de se compenetrarem nas tarefas preparatórias do evento, de modo a torná-lo uma oportunidade para o reforço da unidade e coesão, enquanto ferramentas para enfrentar desafios.

O cronograma de acções a levar a cabo até a realização do Conclave, que começou esta terça-feira com a definição de data, convocação e criação de comissões de trabalho e nomeação de seus coordenadores, prevê actos que incluem apresentação dos regulamentos internos da comissões, apresentação, estudos das teses ao Congresso, a apresentação das candidatura, no período de 16 a 30 de Setembro.

A realização das conferências provinciais para aprovação das teses e eleição dos delegados destacam-se entre várias acções conducentes ao XIII Congresso da UNITA.
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Em destaque
Houve desvios de dinheiro no CNC para contas privadas, afirmam Especialistas PR João Lourenço trabalha no Zaire
19/07/2019
19/07/2019
Os gestores do Conselho Nacional de Carregadores (CNC) nunca declararam ao Estado os excedentes das receitas arrecadadas, disse ontem, em tribunal, a inspectora do Ministério das Finanças Helena Nerica de Sousa, no julgamento que envolve o antigo ministro dos Transportes, Augusto Tomás.

O Presidente da República, João Lourenço, trabalha hoje quinta (18) e sexta-feira (19) de Julho do corrente ano, na província do Zaire, onde deverá tomar contacto com a realidade socioeconómica das cidades de Mbanza Kongo e do Soyo.
Lançada obra sobre avaliação na Língua Inglesa para o contexto Angolano Jornalismo Imprenso e demais instados a promover as Línguas Nacionais
Foi lançada nesta sexta-feira, 04 de Outubro do corrente ano, a obra científica intitulada: “New Trends in English Language Teaching and Assessment: Implications for the Angolan context” – “Novas Tendências no Ensino da Língua Inglesa e Avaliação: Implicações sobre o contexto Angolano”, do Professor e escritor Angolano, Manuel Tchakamba. A recomendação foi apontada pelo escritor angolano Octaviano Correia que foi o orador da palestra realizada esta Quarta-feira, 11 de Setembro de 2019, que acontece as quartas-feiras, na União dos Escritores Angolanos (UEA).
Polícia Nacional faz dois feridos e 7 detidos durante Manifestação
Polícias e Fiscais maltratam Zungueira
O facto aconteceu sábado, 24 de Agosto de 2019, em Luanda, durante a marcha que ocorreu em quatro outras províncias do país, realizada por jovens para exigir ao Presidente da República, João Lourenço a criação de 500 mil postos de trabalho, prometidos pelo actual chefe do Executivo angolano, durante a Campanha Eleitoral de 2017. Há muito que os cidadãos e a sociedade em geral vêm defendendo uma atitude, ser e estar de que deviam, os agentes da PN, ter, evidenciar e praticar: uma postura humanista, solidária, associável, protectora, de garante da Segurança Pública, e como é óbvio; de manutenção da paz, ordem e tranquilidade. No entanto, apesar das recomendações que têm sido dadas aos Agentes da Polícia Nacional das instâncias Superiores daquela Instituição do Estado, e de seus responsáveis hierárquicos, a maioria dos efectivos policiais ainda têm excedido nas suas actuações.
Especialistas enaltecem mudanças na Comunicação Social Angolana Responsável considera “um passo mais” a nova obra Científica Lançada
Um painel diversificado de jornalistas, personalidades políticas e sociais destacou na noite desta terça-feira, 27 de Agosto de 2019, em Luanda, a existência, em Angola, de uma comunicação social mais aberta e plural, focada na divulgação do quotidiano.
Disse esta sexta-feira, 09 de Agosto de 2019, o representante do INIDE, Amândio Gomes, falando em exclusivo a KUP, por ocasião do lançamento do “Dicionário de Verbos Conjugados em Umbundu e Português – Três tempos num só modo”, da Escritora Cesaltina Kulanda, realizada na União dos Escritores Angolanos (UEA), em Luanda.
Eco do Partido Campo do militante
Líder da UNITA garante fim da discriminação no GIP Isaías Samakuva: “Estamos num momento de transição para uma nova era em Angola”
O Presidente da UNITA, Isaías Samakuva, trabalhou esta quarta-feira 26 de Julho de 2017, na capital do Bengo, Caxito, tendo discursado para as populações locais. O país africano vive um momento histórico frente as próximas eleições, que marcarão o rumo que tomará o Governo angolano para sair da crise actual
Intolerância
Palavra do Presidente
Isaías Samakuva diz que Executivo não tem vontade Política para implementar Autarquias Locais
O Presidente da UNITA afirmou esta quarta-feira, 23 de Outubro de 2019 que a crise que assola o país só pode ser superada com patriotismo e unidade na acção.

De acordo com o líder dos maninhos que falava na apresentação da posição do seu Partido sobre o Estado da Nação disse que o patriotismo exige que o Presidente assuma a vanguarda de um amplo movimento nacional de mudança e se alie ao País, e não a partidos, e que priorize os mais vulneráveis, e não as elites abastadas.

“O Presidente da República não se deve preocupar com o MPLA, porque os pilares que sustentavam o MPLA já ruíram e muitos dos seus dirigentes já se declararam inimigos do Presidente”, afirmou categórico, sublinhando que a “política do Estado não é unidade em torno do que está mal nem é assegurar a estabilidade baseada no compadrio e nos privilégios de alguns, à custa do sofrimento da grande maioria de angolanos”.

Para o polício, ser patriota hoje é ter a coragem de romper com o passado e dar ao País um novo começo.

Pronunciando-se sobre autarquias locais previstas para 2020, o Presidente Isaías Samakuva acusou o Executivo de João Lourenço de não pretender avançar com o processo de descentralização e de estar a manobrar com o PIIM.

“O Executivo recuou, tendo decidido reforçar a centralização e a partidarização do Estado ao nível local. Para o efeito, quantificou alguns dos projectos inscritos no OGE e procurou financiá-los com a verba desviada de dois mil milhões de dólares, então recuperada do Fundo Soberano e que não estava inscrita no OGE”, apontou.

Segundo Isaías Samakuva, este Plano centralizado e partidarizado é apenas uma fórmula aparentemente administrativa para se utilizarem recursos públicos para se obterem ganhos político-partidários, e, assim, ofender o princípio da autonomia local e defraudar o processo de democratização do País ao nível local, visando as autarquias.

“Se assim não fosse, o governo institucionalizaria primeiro as autarquias para permitir que os órgãos autónomos do poder local, as autarquias, implementassem cada uma o seu “PIIM”, com os mesmos recursos financeiros que o MPLA vai transferir aos seus administradores e secretários municipais, e só a eles, para lhes permitir continuar a governar o território das autarquias sem se submeter à eleição dos cidadãos, obtendo, assim, ganhos político-partidários”, insistiu Isaías Samakuva, recordando que a euforia à volta das autarquias abrandou de tal forma que os angolanos começaram a duvidar da vontade política do Estado de implementar as autarquias em 2020 com o mesmo zelo e determinação com que pretende concretizar o PIMM em 2020.

Para o líder partidário, as dúvidas aumentam quando se constata que o Ministério das Finanças cortou o orçamento da Comissão Nacional Eleitoral, o que não lhe permite programar as suas actividades com racionalidade económica, eficiência administrativa e segurança jurídica.

“A CNE não tem verbas sequer para pagar as despesas com o pessoal, consagradas por lei, especialmente aos comissários municipais eleitorais incumbidos de organizar as eleições autárquicas”, apontou, acusando o Presidente da República de fazer silêncio sobre o calendário eleitoral autárquico, de não querer descentralizar e partilhar o poder executivo com a cidadania de outras cores políticas.

De acordo com o Presidente da UNITA, não há vontade política para se produzir e validar registos fiáveis do local de residência dos eleitores por município, para a revisão da lei eleitoral e correcção do que está mal em matéria de isenção, composição, desempenho e probabilidade da Comissão Nacional Eleitoral.

Ainda sobre essa matéria, o líder da UNITA convidou João Lourenço para o diálogo com vista a construção de consensos necessários para que o País se prepare bem para as autarquias serem implantadas em todos os municípios na mesma altura e sejam elas a estruturar e implementar programas de emergência nacional para ajudar a tirar o país da crise, em particular nas áreas da educação, saúde, habitação, emprego e segurança social.

“A UNITA está disponível para apresentar e discutir com as forças patrióticas um Plano de Acção com esta finalidade. Plano de Acção inclui, por exemplo, relativamente a cada autarquia, a definição dos respectivos limites territoriais, o inventário do equipamento e do acervo documental a transferir do Estado para as autarquias, o âmbito das atribuições e competências a transferir do Estado para cada autarquia, o recrutamento, selecção e formação dos recursos técnicos de apoio, os acessos aos sistemas digitais de execução orçamental e às plataformas informacionais do Estado, os mecanismos de gestão de potenciais conflitos, a extinção dos governos provinciais, o papel das autoridades tradicionais, a necessidade de actualização e certificação das bases de dados do registo eleitoral e a reestruturação da Comissão Nacional Eleitoral”, prosseguiu.

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grupo parlamentar - actividade
GP da UNITA “pune” com cartão amarelo o Presidente da República
O Grupo Parlamentar da UNITA exibiu esta terça-feira, 15 de Outubro de 2019, cartão amarelo em protesto ao insucesso de governação de João Lourenço – Presidente da República, por ocasião do seu discurso sobre o Estado da Nação, no início da III Sessão da IV Legislatura da Assembleia Nacional

Exibido no momento em que o Chefe de Estado proferia a Mensagem sobre o Estado da Nação, o cartão amarelo representou o sentimento de milhões de angolanos insatisfeitos e desiludidos com a governação de João Lourenço marcada pela subida galopante do custo de vida, sem que se vislumbre alguma esperança da inversão do actual quadro.

No seu discurso, João Lourenço deixou novas promessas de 10 mil novos quadros a ser admitidos na educação, por via de um concurso público, em Novembro e de outros nove mil quadros no sector da saúde, para reforçarem e melhorarem o processo de assistência médica e medicamentosa à população.

Segundo João Lourenço, nos dois sectores já foram admitidos, por via de concursos públicos no ano transacto, 31 mil e 885 novos quadros, para reforçarem e melhorarem o processo de atendimento nas comunidades.

Ainda sobre esses sectores, o Presidente ressaltou as acções já desenvolvidas durante os seus dois anos de mandato (2017 e 2018), sobretudo a construção e reabilitação de infra-estruturas.

Até ao momento, referiu, essas acções permitiram aumentar a rede escolar do país para 97 mil e 684 salas de aulas.

Isso representa aumento de mais 12 mil e 684 novas salas, que permitiram matricular, neste ano lectivo, 10 milhões 608 mil 415 alunos, em vários subsistemas de ensino.

Quanto à saúde, o Presidente ressaltou a entrada em funcionamento de centros e unidades sanitárias de referência, destacando-se três de hemodiálise.

Trata-se dos centros do Hospital Geral da Huíla, do Hospital Pediátrico David Bernardino (Luanda) e do Hospital Geral do Luena (Moxico).

João Lourenço disse estarem ainda em construção, em Luanda, o novo Hospital Sanatório, dos Queimados e a nova Morgue de Luanda, bem como anunciou a reabilitação, em breve, do Hospital Américo Boavida.

Em termos de assistência, destacou a existência de 286 pacientes em junta médica em Portugal, maioritariamente a padecerem de insuficiência renal.

De acordo com o Chefe de Estado, Angola aposta na abertura de centros de hemodiálise, para pôr fim ao envio de doentes para o estrangeiro, situação onerosa para o país.

Noutro domínio, João Lourenço referiu-se aos efeitos da seca e anunciou que a primeira empreitada da construção das seis barragens de retenção, de sistemas de captação de água e canais adutores, na província do Cunene, inicia brevemente.

Dividida em seis lotes, a empreitada compreende a construção do sistema de captação no Rio Cunene, bombagem, conduta pressurizada, canal aberto desde a localidade de Cafunfu ao Cuamato e mais dez chimpacas.

A seca no sul de Angola afecta mais de um milhão de pessoas nas províncias da Huíla, Cuando Cubango, Namibe, Benguela, Cuanza Sul e Cunene, incluindo milhares de cabeças de gado.

Das províncias da Região Sul, o Cunene é que enfrenta, há oito meses, a mais severa estiagem da sua história, que já deixou mais de 800 mil famílias e mais de um milhão de bovinos à beira da morte.

São, no total, 857 mil 443 pessoas a viver os efeitos da estiagem e um milhão e 100 bovinos em risco de morte, por fome ou por sede. A falta de chuva prejudica a agricultura de subsistência.

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L.i.m.a - actividades
LIMA analisa situação sócio-política e Económica da Mulher e das Famílias
Sob o lema: “47 anos de luta pela valorização e dignificação da mulher angolana”, ocorreu esta quinta-feira, 27 de Junho do ano corrente, em Luanda, no Complexo Sovismo – Viana, a IV Reunião da Liga da Mulher Angolana (LIMA), braço feminino da UNITA, que contou com a participação de 251 Delegadas vindas das 18 Províncias do País.

De entre os vários assuntos abordados, as delegadas analisaram a situação social, política e económica da mulher e das famílias em geral, avaliaram a situação interna das suas estruturas e o grau de cumprimento do Plano de acção da organização, segundo consta do comunicado final divulgado depois da actividade.

Após a reunião as participantes concluíram que a mulher é a franja da sociedade mais afectada pelos altos índices de pobreza, miséria e exclusão social patentes no nosso país, pelo que insta as autoridades competentes e as organizações afins no sentido de colocar a mulher no centro das políticas públicas tendentes a reduzir a fome e a pobreza e elevar o nível e a qualidade de vida das famílias angolanas.

Sobre a violência doméstica, a reunião constatou que o fenómeno é um problema universal que atinge milhares de pessoas de forma silenciosa e dissimulada, realçando ser urgente proporcionar-se programas de sensibilização nas escolas, de modo a não influenciar a incidência do problema nas gerações vindouras; continuar a incentivar debates na comunicação social para minimizar os efeitos nefastos da violência conjugal, psicológica, física, económica e laboral.

Ressaltaram a importância da participação política da mulher, e enalteceram o papel que ela tem desempenhado no Parlamento e noutros órgãos de tomada de decisão, pois a subalternização da mulher em muitas esferas da sociedade impede que a igualdade consagrada na lei tenha, de facto, os necessários reflexos práticos.

Os membros participantes concluíram ainda que, uma efectiva dignificação da mulher passa pela mobilização das mulheres e do povo em geral à volta do Projecto de Sociedade da UNITA, e Alternância Política para consolidação do Estado Democrático em Angola.

Por outro lado, o IV Reunião da organização feminina da UNITA decidiu que o Congresso será convocado oportunamente, ponderadas todas as questões objectivas para os devidos efeitos.

“A IV Reunião da Comissão Política tomou boa nota do Plano Integrado de Intervenção nos municípios e concluiu que se é possível desconcentrar verbas para todos os municípios ao mesmo tempo, também é possível institucionalizar as autarquias locais em todos os municípios em 2020”, refere o comunicado.

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