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Restos mortais do Dr Jonas Savimbi já repousam na Lopitanga
Milhares de pessoas acorreram à aldeia de Lopitanga, para presenciar a inumação dos restos mortais do Dr. Jonas Malheiro Savimbi, ocorrida este sábado, 01 de Junho de 2019, tal como programara a direcção da UNITA.
24/06/2019
Fundação Atlântico já têm luz Verde
O Presidente da República, João Lourenço, concedeu hoje, quinta-feira, 20 de Junho de 2019, estatuto de associação de utilidade pública a “Fundação Atlântico”, pertencente ao Banco Millennium Atlântico Angola.

Segundo o despacho Presidencial n.º 96/19 de 17 de Junho de 2019 a que o Correio da Kianda teve acesso, João Lourenço reconhece a referida instituição. Trata-se de um estatuto especial concedidos a associações que prestam serviços que beneficiam a sociedade cuja condição é ter três anos de trabalho efectivo junto a sociedade angolana.

De acordo com fontes do Correio da Kianda, a Fundação Atlântico, será liderado pelo accionista fundador do Banco, Carlos José da Silva, e tem como objectivo, contribuir para o fomento e profissionalização do empreendedorismo social em Angola.
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Em destaque
Números da C.G.E não se compadecem com sofrimento dos Angolanos Discurso do Presidente Isaías Samakuva para assinalar o fim do período de luto e saudar a quadra comemorativa da LIMA
24/06/2019
23/06/2019
O Grupo Parlamentar da UNITA reprovou a Conta Geral do Estado referente ao exercício económico de 2017, por considerar que a governação deixou imenso a desejar, revelou teimosia perante recomendações do Tribunal de Contas. Acho que também é justo e oportuno assinalar a forma como todas as estruturas do partido implementaram as orientações dimanadas da sua Direcção do partido, bem assim como o contributo e a participação de todos através de representações que de forma massiva se fizeram presentes no acto central das exéquias, ocorrido na Lopitanga no dia 1 de Junho.
No Uíge 16 mortos por HIV/Sida CFL retoma serviços Mínimos
 Dezasseis pessoas morreram vítimas de HIV/Sida no período de Janeiro a Abril do ano em curso, na província do Uíge, dos 371 novos casos da doença registados. O Caminho-de-Ferro de Luanda (CFL) anuncia, em comunicado, que a partir da próxima segunda-feira serão retomados os serviços mínimos diários entre as 06:00 e as 18:13, com seis comboios de passageiros suburbanos.
Encerramento de mesquitas leva Muçulmanos Angolanos a realizar Ramadão na RDC
Economista Alves da Rocha critica Acordo entre Angola e o FMI
Mais de dez mil muçulmanos angolanos da Lunda Norte anunciaram domingo a realização do Ramadão, mês sagrado do Islão, na RD Congo, devido à “insensibilidade das autoridades locais” que encerraram, até Fevereiro, as 39 mesquitas da província. Ao ministrar uma aula magna sobre “Desafios da sustentabilidade financeira do Estado e das autarquias”, na Faculdade de Economia do Huambo (região centro de Angola), justificou que os benefícios resultantes de tal acordo, na ordem dos 2, 7 mil milhões de dólares, são bastantes insuficientes para cobrir as necessidades de financiamento para a economia do país.
Sociedade Angolana está desestruturada, diz Escritor e Psicólogo Ex-Presidente de Angola declina atenção Protocolar
A morte prematura de Juliana Kafrique, Zungueira de 28 anos de idade, assassinada por um agente da ordem pública em Luanda, no Bairro Rocha Pinto, em Março último, levantou no seio da sociedade civil várias inquietações, entre as quais, a ausência de uma política de protecção social das mulheres. O Presidente angolano tentou segunda-feira demover o ex-chefe de Estado de Angola José Eduardo dos Santos de viajar, terça-feira, para Espanha, via Lisboa, num voo da transportadora aérea portuguesa TAP, “contrariando diligências protocolares e logísticas”.
Eco do Partido Campo do militante
Líder da UNITA garante fim da discriminação no GIP Jonas Savimbi “foi um Líder profundamente Capacitado”
O Presidente da UNITA, Isaías Samakuva, trabalhou esta quarta-feira 26 de Julho de 2017, na capital do Bengo, Caxito, tendo discursado para as populações locais. A posição é do Veterano da Pátria e General na Reforma, Vicente Viemba, que falava nesta sexta-feira, 15 de Fevereiro de 2019, no Espaço “A Hora das Perguntas”, da Rádio Despertar, onde falou de Jonas Malheiro Savimbi como político, militar e diplomata, tendo-o considerado como sendo um líder profundamente capacitado.
Intolerância
Palavra do Presidente
Presidente da UNITA insta LIMA adaptar sua estrutura e mensagem à conjuntura Actual
O líder da UNITA apontou, sábado último, os desafios da LIMA, destacando entre os quais a intervenção na sociedade, ajudando na redução da pobreza, expansão do emprego produtivo, redução das desigualdades e aumentar a integração social das mulheres.

Falando por ocasião da quadra comemorativa do 47º aniversário da organização feminina da UNITA, Isaías Samakuva enumerou ainda a prevenção e a irradicação da violência contra a mulher e da prostituição como desafios a que a LIMA deve atender a par da promoção do controlo da natalidade e de programas eficazes de educação materno-infantil.

O líder da UNITA disse ser testemunha do sofrimento da mulher angolana quer no plano pessoal, quer no plano institucional.

“Testemunho todos os dias o sofrimento da mãe que, por mais que se esforce, não consegue dar aos filhos tudo o que gostaria; testemunho o sofrimento íntimo da mulher que gostaria de ter o seu lar, só dela, mas que tem de partilhar; ou da mãe que gostaria de ver os filhos a crescer junto do pai, mas este não pode estar presente; ou ainda o sofrimento da jovem que engravida sem ter condições e compromete o seu futuro. Testemunho também a dor íntima que a mulher sente quando é batida, humilhada e abusada por quem lhe devia amar e proteger. Às vezes diante dos filhos ou mesmo dos vizinhos”, exprimiu Isaías Samakuva.

Além desta dimensão pessoal, acrescentou o político, “também sou testemunha do atraso a que as diferentes formas de exclusão e de discriminação negativa submeteram a mulher angolana”.

“Foi-lhes negado durante séculos o direito à igualdade política, económica e social. É-lhes negado o direito a salário igual para trabalho igual. O direito à liberdade de ser ela mesma; o direito de estar na sociedade como melhor desejar: com ou sem filhos, com ou sem marido; o direito de ter o que é dela e gerir o que é dela. Todos os dias ela trava uma luta íntima contra as incompreensões, desconfianças e temores resultantes da sua condição feminina”, sublinhou, reforçando que tais comportamentos negativos em relação à mulher acontecem em todo o lado onde há homens.

Mais adiante indicou que a luta da mulher é de toda a espécie humana pela dignidade da pessoa humana, pela liberdade, pela soberania e pela dignidade.

“Foi o desejo de atender a esta dimensão da pessoa humana no seu todo que levou o nosso Presidente Fundador [Dr. Jonas Malheiro Savimbi] a criar a LIMA, para estudar e resolver os problemas específicos inerentes à dignidade da pessoa feminina”, recordou, apontando que além do lar, a mulher da LIMA tem uma função social.

Depois de destacar a participação da mulher da LIMA na conquista da cidadania, na construção da Nação e na fundação do Estado, Isaías Samakuva reconheceu que a sua luta não foi em vão.

“Minhas irmãs, o vosso sacrifício não foi em vão! Mesmo que hoje, os beneficiados não o reconheçam, nunca se sintam desanimadas por não terem um diploma ou uma conta bancária choruda! O que muitas de vocês fizeram pela Pátria angolana, vale mais do que dezenas de Diplomas ou cursos superiores! A vossa riqueza é a liberdade e a dignidade que trouxestes para todos os angolanos. E a liberdade não tem preço nem se ganha com diplomas”, tranquilizou.

“Quando vemos hoje, muitas mulheres angolanas bem vestidas a conduzirem os seus carros, isto é fruto do vosso sacrifício! Quando vemos jovens médicas a atenderem bem os doentes nos hospitais, outras a falarem bem no Parlamento, ensinarem bem nas universidades, outras no mundo das artes a cantar ou a pintar, isto é fruto da vossa luta pela dignidade da mulher angolana! Para elas serem o que são hoje, ou terem o que têm, alguém teve de lutar por elas e sem elas saberem. Este alguém foram as combatentes da liberdade, entre as quais as da Liga da Mulher Angolana”, prosseguiu Isaías Samakuva.

Atento às transformações que vão ocorrendo na sociedade, constituindo desafios e oportunidades ímpares para a LIMA, o líder da UNITA instou a organização feminina do seu Partido a descobrir novas formas de fazer a mobilização nas cidades, atrair as jovens de hoje, aparentemente alienadas da vida e dos valores tradicionais da angolanidade, libertá-las e garantir-lhes a segurança social que merecem.

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grupo parlamentar - actividade
Números da C.G.E não se compadecem com sofrimento dos Angolanos
O Grupo Parlamentar da UNITA reprovou a Conta Geral do Estado referente ao exercício económico de 2017, por considerar que a governação deixou imenso a desejar, revelou teimosia perante recomendações do Tribunal de Contas.

Na sua declaração política apresentada pelo seu 1º vice-presidente, Estêvão José Pedro Katchiungo, o Grupo Parlamentar da UNITA, aponta que a Conta Geral do Estado revelou uma gravíssima promiscuidade entre o exercício de cargos públicos e os negócios e as negociatas das individualidades que, por coincidência, são gestores públicos.

“Revelou também uma falta de cumprimento de questões mais básicas na perspectiva legal, ao fazerem os variadíssimos contactos que envolveram os fundos da nossa República”, diz o parlamentar que exige responsabilização dos Deputados no plano da moral e da ética.

“Senhores, Deputados, nós temos responsabilidades, mas acima das nossas responsabilidades nós temos um nome e temos uma dignidade. Então, é preciso que enquanto membros de um colectivo, que somos nós Deputados, assumamos as responsabilidades que advêm do exercício da governação do ano de 2017, um exercício que tem lacunas na perspectiva dos números, por parte do Executivo, mas tem uma grande responsabilidade moral por parte da bancada maioritária aqui neste plenário, que é a bancada do MPLA. E esta questão assume uma relevância porquanto, os actores desse exercício governativo estão aqui, alguns na qualidade de membros do Executivo, e os outros já na qualidade de Deputados da mesma bancada maioritária”, insistiu.

Para Estêvão José Pedro Katchiungo, o desempenho do governo não é aferido pelo discursos dos deputados, mas pela condição de vida das pessoas.

“A frieza dos números aqui apresentados não se compadece com a forma como os angolanos vivem. Temos que fazer atenção a isso. Nós podemos vir aqui, a este plenário, com mapas estatísticos e até tropeçarmos nos números, mas os angolanos não podem tropeçar nas urgências dos hospitais por falta dos medicamentos. A juventude não pode tropeçar na porta das universidades por falta de oportunidades. Os trabalhadores não podem tropeçar no pão dos seus filhos por falta de salários. A nossa juventude não pode ver eternamente o futuro adiado porque nós, os políticos, estamos a falhar”, prosseguiu.

O parlamentar acusa o governo de se demitir das suas responsabilidades e fala da seca em Luanda, onde há bairros que não vêm água há anos.

“A governação tem muito que fazer, e não é um esforço do governo dar aos angolanos a dignidade que merecem; é uma obrigação, é um dever. E é aqui no nosso tempo que os angolanos têm que se realizar”, sugeriu.

Mais adiante, o parlamentar convidou os seus colegas do hemíciclo para um debate patriótico, acima das diferenças partidárias, com vista a salvar o país da calamidade em que se encontra.

” É preciso que a gente converse para esclarecer os caminhos que levam a legitimação do poder instalado em Angola. Esse debate é patriótico; não é partidário; não se limita aos partidos políticos; tem que ir para lá dos partidos políticos”, afirmou Estevãao José Pedro Kachiungo,que espera do Tribunal de Contas pareceres que apontem erros de gestão, não erros de desvios que lesam o interesse nacional.

O parlamentar entende que o país precisa de uma nova governação que se separe os poderes de maneira que os juízes e os tribunais consigam julgar os erros dos gestores da coisa pública.

“Hoje, não conseguem fazê-lo, porque os nossos juízes também são empresários. Temos que ter coragem para termos a verdade a iluminar o nosso caminho, e por via da verdade os nossos mais velhos indicarem um horizonte iluminado para uma juventude que vem colocar angola no concerto das nações”, concluiu.

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L.i.m.a - actividades
Liga da Mulher Angolana comemora 47 anos de Luta
A Liga da Mulher Angolana – LIMA apelou, ontem, o Executivo Angolano ao cumprimento escrupuloso dos 11 Compromissos da Criança e a criar políticas consentâneas que visem melhorar a condição socioeconómico das famílias em geral, e da Mulher em particular para garantir o bem-estar da criança.

O apelo vem expresso na declaração da organização feminina da UNITA, tornada pública por ocasião do seu 47º aniversário assinalado a 18 de Junho.

“O surgimento da LIMA correspondeu ao imperativo da participação organizada da Mulher Angolana na luta para a conquista da liberdade”, aponta a fonte, sublinhando que ao longo do percurso histórico da UNITA, “a Mulher filiada na LIMA esteve sempre ao lado do seu companheiro nas várias lutas travadas para a autodeterminação de Angola e dos seus povos”.

A LIMA foi fundada a 18 de Junho de 1972, nas margens do rio Kutaho, Massivi na Província do Moxico, e ratificada no 3º Congresso do Partido em 1973 pelo Presidente Fundador Dr. Jonas Malheiro Savimbi.

“Ao celebrar hoje o 47º aniversário, a LIMA rende a sua singela homenagem e eterna gratidão ao Presidente Fundador Dr. Jonas Malheiro Savimbi, pelo esforço em prol da libertação e dignificação da Mulher”, lê-se no documento que enaltece o papel da Mulher na luta de libertação nacional, na conquista da Democracia, da cidadania plena e na reconstrução do País.

A LIMA felicitou o Presidente da UNITA , Dr Isaías Samakuva “por ter tornado possível e de forma digna a realização do funeral do Presidente Fundador Dr. Jonas Malheiro Savimbi”.

As comemorações do 47º aniversário da LIMA tiveram o seu início no dia 14 do mês em curso, prosseguem com a realização de um acto de massas no próximo sábado, 22, no Sovsmo a ser orientado pelo Presidente do Partido, Isaías Samakuva.

Ao acto central das festividades vai decorrer no dia 29 de Junho na capital da província do Kwanza Sul, cidade do Sumbe, na sequência da reunião do comité nacional da Liga da Mulher Angolana, no dia 27 em Luanda.
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Quarta-feira, 26 de Junho de 2019