UNITA - ANGOLA
O regime angolano manifestou irritação com algumas empresas baseadas, em Benguela, por terem aceite fazer prestação de serviços para hospedagens, rente-A-Car, e montagem de material para um comício da UNITA, realizado neste final de semana, naquela localidade, em homenagem ao nascimento de Jonas Savimbi.
20/07/2022
Foi com profunda dor e consternação que o Secretariado
Executivo do Comité Permanente da Comissão Política da UNITA
tomou conhecimento do falecimento do Deputado Miguel Maria
Nzau Puna, ocorrido no dia 17 de Julho do ano em curso, em
Luanda, por doença.

Miguel Nzau Puna foi um nacionalista que dedicou a sua vida
participando activamente na luta pela independência e na
conquista da democracia, ao lado do saudoso Presidente
Fundador. Dr. Jonas Malheiro Savimbi, durante 26 anos.

O Secretariado Executivo do Comité Permanente da Comissão
Política da UNITA, enaltece o gesto prestado por este patriota que
mesmo já sem vínculo à UNITA desde 1992, deslocou-se para
Lopitanga em Junho de 2019, para render a última homenagem
ao Dr. Jonas Savimbi, por altura do seu funeral.

Nesta hora de dor e luto, o Secretariado Executivo do Comité
Permanente da Comissão Politica da UNITA, em nome dos
membros, simpatizantes e amigos, endereça à família enlutada os
seus sentimentos de pesar.

Luanda, 18 de Julho de 2022

O Secretariado Executivo do Comité Permanente da Comissão Político
Em destaque
11/07/2022
27/06/2022
“Foi com bastante pesar que a direção da UNITA recebeu a notícia do falecimento do Senhor Engenheiro José Eduardo dos Santos, ocorrida em Barcelona-Espanha, hoje, 08 de de Julho de 2022”, lê-se no comunicado fúnebre da UNITA, distribuído esta quinta-feira à imprensa.
No pretérito dia 19 de Junho de 2022, o Secretariado Provincial da UNITA no Cuando Cubando, tomou conhecimento como de sempre, da diabolização da imagem de seu Presidente, o Eng. Adalberto Costa Júnior, na voz do Dr. David Mendes, comentador permanente do programa Revista Zimbo, em virtude de ter recebido o galo branco que lhe foi ofertado pelo povo do Cuando Cubango; pelo que serve-se da presente nota para esclarecer o seguinte:
El Estado Mayor General de las Fuerzas Armadas Angoleñas (EMG/FAA) expresó este domingo su consternación por la muerte del General Jorge Manuel dos Santos "Sukissa", comandante de la Marina de Guerra de Angola (MGA), víctima de enfermedad, en Luanda.
Lisboa – Entrincheirado há duas semanas na cidade de Barcelona, onde trava uma batalha pelo resgate dos restos mortais de José Eduardo dos Santos, o Ministro de Estado e Chefe da Casa Militar da Presidência angolana, Francisco Pereira Furtado, usou as redes sociais para avisar que ninguém fará a “Somalização de Angola”, tendo ameaçado que “vão mesmo levar no focinho”.
A polícia angolana dispersou e prendeu ontem (30) uma dezena de manifestantes, junto ao Largo do cemitério da Santa Ana, em Luanda, que pretendiam marchar contra a detenção de vários “presos políticos”. Os jovens dizem que foram surpreendidos pela polícia, que prendia quem se aproximasse ao local da concentração.
A empresa mineira Lucapa Diamond Company anunciou esta quarta-feira ter descoberto um diamante rosa puro numa mina em Angola, que acredita ser o maior descoberto nos últimos 300 anos, recebendo o nome de ‘Rosa do Lulo’.
Segundo à Angop na sua edição desta quinta-feira, 28 de Julho de 2022, Setenta técnicos da organização não-governamental Acção para o Desenvolvimento Rural e Ambiente (ADRA), de seis províncias do país, participam, na cidade do Lubango, do XXIII Módulo de Formação em Desenvolvimento Comunitário para o pleito eleitoral de 24 de Agosto.
Os comissários eleitorais devem dominar a legislação e manter-se equidistantes dos partidos que os indicaram, exortou hoje, segunda-feira, o responsável da CNE na província de Benguela.
Eco do Partido
Campo do militante
Segundo o Club-k na sua edição desta terça-feira, 03 de Agosto de 2021, se fosse vivo, Jonas Savimbi faria hoje 87 anos. A falta de água potável, de estradas e de saneamento básico sempre foi atribuída ao fundador da UNITA. Houve alguma mudança em Angola desde que o líder da oposição morreu?
No limiar do ano 2001, Jonas Savimbi tinha um plano de paz bem assente e por isso chamou para ir ao seu encontro o General Lukamba Gato que se encontrava nas áreas do Lwandu (a Sudeste da província de Malanje), para em conjunto com o General Dembo, Mais Velho A. Sakala e os outros membros da Direcção do Partido e das FALA que já se encontravam na caravana presidencial, e os representantes no exterior esmiuçarem e materializarem esse plano.
Intolerância
Palavra do Presidente
O Presidente Da UNITA, Adalberto Costa Júnior, e Coordenador Geral da Frente Patriótica Unida – FPU, garantiu neste sábado, 23 de Julho de 2022, em Benguela, a construção de um país diferente, com uma liderança comprometida com a missão de servir.

O líder da UNITA que falava na abertura da Campanha eleitoral da sua força política, em nome do seu partido, do Bloco Democrático (BD) e Projecto Político PRA-JA Servir Angola, que formam a FPU.

“Nós, dissemos também que, queríamos construir um país diferente, e que, para construir um país diferente, precisamos de uma nova liderança; uma liderança comprometida com a missão de servir: a missão de servir Angola, e servir os angolanos, que dever ser também uma missão de humildade e de dedicação, e nós por causa disso, e inspirados nos nossos mais velhos, fomos capazes de formatar a ideia da ampla frente democrática, a que chamamos Frente Patriótica Unida”.


“E, as listas da UNITA representaram mesmo esta responsabilidade, esta ideia política: de pluralidade, de trabalharmos entre diferentes e de termos partidos políticos, sociedade civil, todos no mesmo caminho por Angola e pelos angolanos. Por Angola e pelos angolanos”, assegurou Adalberto Costa Júnior.

No discurso, recebido com grande eforia por parte da imensidão de milhares de cidadãos que afluíram ao local, o Presidente da UNITA falou também de vários temas profundos da vida política do país, das famílias angolanas e da actualidade nacional.
grupo parlamentar 
Os deputados angolanos auguraram, nesta quinta-feira, que as eleições de 24 de Agosto ocorram num clima de paz e lisura, e apelaram aos candidatos a adoptarem um sentimento patriótico através do fomento de actos cívicos.

Tal pressuposto foi expresso durante o debate sobre a "Manutenção da Ordem e Segurança Pública antes, durante e após as Eleições Gerais", proposto pelo grupo parlamentar do MPLA.

Ao ler o relatório que serviu de base do tema em apreço, o deputado Serafim do Prado, do MPLA, observou que os partidos políticos, coligações de partidos e instituições públicas e privadas, devem abster-se de incitar o povo e os seus militantes à violência ou prática de actos de vandalismo.

Segundo o deputado, os partidos políticos devem orientar os seus militantes, simpatizantes e amigos a respeitarem as regras de conduta de competição eleitoral, os órgãos gestores do processo eleitoral, "porque as eleições são, apenas, um processo de consolidação democrática do Estado".

Para si, "quem ganha não ganha tudo e quem perde não perde tudo, mas ganham todos com um processo eleitoral cívico, pacífico e ordeiro".

Aos órgãos de comunicação social exortou para actuarem com rigor e profissionalismo e absterem-se de publicar resultados eleitorais não oficiais, bem como de transmitir ou publicar mensagens de incitamento ao ódio e à violência.

Recomendou a responsabilização civil e criminal aos cidadãos, instituições públicas e privadas que durante o processo eleitoral violarem o Código de Conduta Eleitoral, a lei orgânica sobre as eleições e outras leis relativas ao processo eleitoral.

Por seu turno, a deputada Amélia Judith Ernesto, da UNITA, entende que "um processo eleitoral bem conduzido, pautado pela lisura e transparência em cujos resultados todos os concorrentes se revêem, não representa nenhum risco acrescido em termos de instabilidade".

Para si, os receios que se levantam em torno da manutenção da ordem e segurança após as eleições "só se justificam porque a lisura e a transparência nem sempre foram companheiras de viagem neste percurso" que leva às eleições de 24 de Agosto.

Apelou aos concorrentes no sentido de cuidarem da "higiene da linguagem" durante o pleito eleitoral, para que o mesmo ocorra num ambiente cívico, pacífico e ordeiro.

Por seu lado, Lucas Ngonda, da FNLA, notou que o funcionamento pleno das instruções e a realização de eleições justas e pacíficas, constituem a existência de um Estado democrático de direito.

A seu ver, as eleições que se aproximam são uma festa da democracia e não devem constituir uma ameaça à paz e reconciliação nacional.

Por seu turno, o líder do grupo parlamentar da coligação CASA-CE, Alexandre Sebastião André, apelou aos concorrentes para um discurso conciliador, que deve afastar o incitamento ao ódio e à violência.

O mesmo posicionamento foi defendido pelo deputado do PRS, Benedito Daniel, que felicitou o grupo parlamentar do MPLA por ter trazido a debate o tema em apreço.

Notou que numa situação de eleições a manutenção da ordem e segurança coloca um certo desafio à Polícia Nacional, por o momento significar uma festa da democracia, onde a polícia deve zelar pelos direitos fundamentais dos cidadãos.

Tema oportuno

O presidente da Assembleia Nacional, Fernando da Piedade Dias dos Santos, considerou oportuno o debate do tema, pelos tempos que se avizinham e que obriga os deputados a reflectir sobre a importância do seu papel durante a campanha e após as Eleições Gerais".

Felicitou os deputados "por, uma vez mais, terem demonstrado uma grande maturidade política, essencial para a convivência que sempre nos caracterizou e pela forma brilhante e responsável como foram apresentadas as várias intervenções".
L.i.m.a - actividades
As preletoras das organizações políticas femininas – OMA, LIMA, AMA, MB, e MPA – do MPLA, UNITA, FNLA, Bloco Democrática e CASA-CE, respetivamente abordaram este sábado,18 de Junho de 2022, o tema: “O Contributo das Organizações Políticas Femininas na promoção da Paz e Reconciliação durante e após as o processo eleitoral” em debate Promovido pelo Movimento Cívico “Mudei”, decorreu no Auditório da Paróquia de São Paulo, Cónego Manuel das Neves, em Luanda.

Na ocasião, as líderes e representantes das Organizações femininas apontaram o diálogo, a tolerância, e a educação, a igualdade de tratamento da imprensa pública na divulgação das actividades das diferentes organizações femininas, assim como a unidade entre outros elementos apresentados como via para a promoção da paz e reconciliação durante e após as eleições de 24 de Agosto de 2022.

Maria Bulenvu, Secretária Nacional para a Informação da AMA – Associação da Mulher Angolana, ligada a FNLA, realçou que o seu partido e a sua organização Feminina é pela paz e unidade.

“Nós apelamos pela paz, pela unidade, e não podemos nos meter em conflitos, mesmo a juventude que nós temos conversamos sempre em evitar os conflitos, mas o diálogo é essencial”.

A membro responsável da AMA entende que, “apesar de que infelizmente é isso, mas nós da FNLA prezamos sempre pela paz e pedimos que continuemos a desenvolver o diálogo e o entendimento, para que possamos encontrar e alcançar a almejada paz, que é verdadeira. Nós temos a paz das armas, mas ainda temos um grande problema que nos falta e nos resta que é a paz mental. Nós precisamos de ter a tranquilidade, quer na área social, na área económica, em toda nossa história também. Nós precisamos nos rever todos nós”.

Esmeralda Gomes, que representou a Liga da Mulher Angolana – LIMA, braço feminino da UNITA, o maior partido na oposição angolana, falou do contributo da sua organização na mobilização ao registo eleitoral oficioso que o país realizou.

“Na verdade, houve muita dificuldade de atingir aquelas áreas com acesso difícil, mas conseguiu-se, porque se formos a olhar para os resultados dos resultados feitos, mas aquelas senhores que tiveram que se deslocar em grandes distâncias, elas conseguiram fazer o registo, essa foi uma das contribuições da nossa organização”, disse a representante feminina, realçando a possibilidade do país em organizar eleições num clima de festa.

“E, nós cá em Angola temos a possibilidade de organizar as eleições num clima de festa, e é importante pois que os intervenientes demonstrem essa vontade, e quem não sabe, as eleições são festa; é uma festa é um exercício cívico”.

Maria de Lourdes, representante da OMA – Organização da Mulher Angolana afecta ao partido no poder, o MPLA, disse que a organização tem como missão educar.

“O mais importante aqui é dizer que, a nossa OMA tem como missão mesmo: educação”, disse, acrescentando que “o maior contributo da OMA, de nós todas que estamos na OMA é educar, porque nós partilhamos conhecimento. Nós temos como foco principal nas meninas, e obrigação de ensinar as mamãs na alfabetização”.

Para a também Deputada à Assembleia Nacional, “se a agricultura é a base, e a indústria é o factor de desenvolvimento, a educação é a essência do ser humano. Porque, a educação não é instrução. Muitas vezes debatemos a questão da instrução: não. A educação pode ser até uma analfabeta, vai conseguir educar”.

A Secretária Nacional da Mulher Bloquista (MB), Valéria Americano, disse que o maior foco da sua organização está na mulher jovem e crianças, tendo manifestado igualmente preocupação pela fraca participação das mulheres, e particularmente a jovem mulher na vida política do país.

“O nosso maior foco está ligado para a jovem mulher e para as crianças. É esse o nosso objectivo”, afirmou acrescentando que, “a juventude é a maioria em Angola, e as mulheres são a maioria”.

“A jovem mulher é a maioria. Ainda assim entendemos que há um certo desconhecimento daquilo que tem sido a participação da mulher na vida política, porque são os políticos que tomam as decisões, e são os políticos que vão atrás dos problemas para, então assim, poderem solucionar os mesmos problemas”, defendeu, considerando por isso, ser extremamente importante trabalhar “com as jovens mulheres”, e confirmou a realização de inúmeras actividades pelo seu partido e organização feminina, mas lamentou a não transmissão das mesmas pelos meios de comunicação social.

“E, nós realizamos actividades: quer o partido, quer a própria juventude quer a mulher bloquista; realizamos actividade. Porque os partidos políticos precisam realizar acção, por isso é que estamos aí como políticos, para causar impacto social. Mas, infelizmente em Angola, os partidos políticos realizam actividade, convocam os órgãos de comunicação social, infelizmente esses órgãos não aparecem para fazer a cobertura da mesma actividade”.

Carminda Vita, da Mulher Patriótica de Angola (AMP) afecta à CASA-CE, realçou a necessidade da Unidade entre as mulheres em geral e em especial, de todos os partidos.

“A Mulher Patriótica tem o lema de unirmos Angola, não a mulher da coligação CASA-CE, mas sim as mulheres de todos os partidos. Porque, a finalidade é a mesma. Nós sabemos que o nosso país está um bocadinho dentro de questões de organização. Porque, se nós nos unirmos muitas coisas utrapassaremos, diante dessa situação”.

A líder a representante da CASA-CE defendeu que a intolerância ainda é uma realidade no país.

“Eu discordo que há paz. Ainda assim há confusão. Há dias, nós estávamos a colocar as nossas bandeiras, alguns membros foram apedrejados, apareceu uma Secretária do MPLA no Kilamba Kiaxi a meia noite, lá ela disse que, não se podia colocar uma bandeira, porque já existia a bandeira do MPLA. Aquilo foi uma confusão terrível”.

A representante da OMA apelou a sensibilização dos filhos e chefes de família por parte das mulheres, para a atitude de tolerância de modo a evitar-se quaisquer situações de confusões durante e após as eleições.

“Eu sou daquelas que não estava aqui em 1992, infelizmente, mas nas outras eleições que, se seguiram percebi que, todo angolano tem responsabilidade em não aceder qualquer chamada para haver revoluções, para haver confusões, para haver alvoroços, e nós mulheres temos que educar os nossos filhos, os nossos maridos para não irem por esse caminho”.

Esmeralda Gomês, da Liga da Mulher Angolana, manifestou vitória do seu partido nas próximas eleições, ante as declarações da representante do partido no governo, que manifestou a continuidade no poder do seu partido MPLA.

A membro da LIMA realçou ainda o espírito de sensibilidade e de conselheira dentro dos lares, por parte das mulheres, para a promoção de um ambiente de paz e harmonia na realização das eleições gerais de 24 de Agosto.

“Vamos partir para esse jogo de futebol, podemos assim o considerar, mas com o objectivo de ganhar. E, a mulher é piedosa, a mulher é virtuosa, a mulher é agradecida. E, então quero cá disser que, o nosso senso de maternidade, de esposa e de dona de casa vai prevalecer; e isto é o que nos dá este espírito de paz, tranquilidade, de tolerância, e vamos transmitir essa tolerância de mãe para os nossos filhos, para os nossos maridos. Porque, nós é damos a vida, nós é que geramos. E, então, a primeira e a última palavra é nossa, como mulher”, assegurou a representante da LIMA.
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Segunda-feira, 15 de Agosto de 2022