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Discurso do Presidente Isaías Samakuva ao IV Congresso da JURA
A objetivo essencial da JURA é fazer em Angola aquilo que a juventude mundial tem feito em todos os continentes, em todas as épocas: mudar o mundo. Seja no campo das ciências ou das artes, seja no campo das tecnologias ou das relações sociais, seja no campo do comércio ou da governação, a juventude tem sido o motor das grandes transformações no mundo.
12/11/2018
Carência de Docentes pode condicionar entrada e novos Estudantes
O reduzido número de docentes na Escola Superior Politécnica do Cuanza Norte pode condicionar a entrada de novos estudantes na instituição, no ano lectivo de 2019.

O facto foi revelado, sábado, em Ndalatando, pelo decano da instituição, Pedro Vita, durante um encontro com discentes, no âmbito de um acampamento académico de estudantes da Universidade Kimpa Vita (UNIKIV), que decorreu na capital do Cuanza Norte.

Sem avançar o número de professores necessários, disse que a instituição dispõe actualmente, de 74 docentes das carreiras de investigação e docência, dos quais apenas 44 são efectivos, sendo os demais colaboradores, facto que também está a condicionar a abertura de novos cursos.

Pedro Vita assegurou que a Escola depara-se ainda com constantes atrasos no pagamento de salários e da aplicação das ordens pelo Ministério das Finanças, o que tem inviabilizado o seu funcionamento.

Em função dessas dificuldades, acrescentou as receitas arrecadadas das propinas dos estudantes do curso pós-laboral é que servem para o pagamento das despesas correntes do centro universitário, do pessoal colaborador, assim como para a manutenção das infra-estruturas, entre outras necessidades.

Atendendo a situação os professores colaboradores, não são remunerados desde o mês de Julho, o que compromete o processo académico da instituição.

O decano Pedro Vita, informou ainda que para o melhoramento da qualidade do ensino a instituição tem protocolos firmados com diversas Universidades, sobretudo da cidade do Porto, Portugal, onde os docentes têm feito cursos de mestrado e de doutoramento.

Com três mil e 324 estudantes matriculados no presente ano lectivo, a Escola Superior Politécnica do Cuanza Norte inaugurada a 11 de Abril de 2011 lecciona os cursos de “Análises Clínicas e Saúde Pública”, “Administração Pública”, “Contabilidade e Gestão”, “Informática de Gestão” e “Engenharia Electrotécnica”.

Desde a sua inauguração, a Escola já lançou 500 licenciados para o mercado de trabalho.

A Universidade Kimpa Vita, sedeada na província do Uíge conta com quadro unidades orgânicas e compreende a 7ª região académica do País
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Angola com média anual de 28 novos casos de Sida. Isabel dos Santos é a única Mulher entre os 10 mais ricos de África
O país regista em média anual 28 novos casos de VIH/Sida, numa altura em que se regista insuficiência no stock de preservativos e de testes para a doença, deu a conhecer o secretário-geral da Rede Angolana das Organizações Não Governamentais de Luta Contra o VIH/Sida (Anaso). A empresária angolana Isabel dos Santos, filha do antigo Presidente de Angola, José Eduardo dos Santos, está segundo a Forbes entre as dez pessoas mais ricas do continente africano.
Empréstimo do FMI em perigo devido a disputa entre companhia Americana e General Andrade
Orçamento de 2019 pode não cumprir as promessas de João Lourenço
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Bancos dificultam trabalho da PGR Sete falsos processos de Estudos em Medicina detectados em Luanda
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Eco do Partido Campo do militante
Líder da UNITA garante fim da discriminação no GIP As Minhas Memórias De 18 de Outubro de 1999 - 22 de Fevereiro de 2002 Por- Manuela dos Prazeres
O Presidente da UNITA, Isaías Samakuva, trabalhou esta quarta-feira 26 de Julho de 2017, na capital do Bengo, Caxito, tendo discursado para as populações locais. O dia 18 de Outubro de 1999, ficou marcado na história da minha vida, como sendo um dia de bastante aperto no trabalho, misturado com um intenso bombardeamento áereo sobre a vila do Andulo. Fuí uma das poucas mulheres que pelo cáracter do trabalho que desempenhava, não fui às posições satélites. Neste dia, pela manhã fui abrir a emissão da nossa (VORGAN- Andulo)
Intolerância
Palavra do Presidente
Presidente Samakuva quer que 50% dos autarcas tenham menos de 40 anos de Idade
No seu discurso Isaías Samakuva instou a mocidade do seu partido a desenvolver acções concretas para combater os males sociais que enfermam a sociedade angolana e que comprometem o futuro da Pátria.

“Espero ver no vosso Plano de Acção programas de intervenção social que ajudem a reduzir a pobreza, expandir o emprego produtivo e garantir a integração social dos jovens”, disse, reiterando desejo de ver a JURA nas ruas, fora dos Gabinetes, trabalhando activamente no desenvolvimento da consciência cívica, social, comunitária dos cidadãos para os fazer participar mais na resolução dos problemas sociais.

“Há que transformar os comités do Partido, os mercados, as esquinas das ruas e das escolas, em lugares privilegiados para as sentadas da cidadania. Para falar dos problemas dos cidadãos e ajudar a resolvê-los, encaminhando-os aos centros de decisão e resolução. Seja para ajudar a tratar do Bilhete de Identidade, da actualização do registo eleitoral, do cartão de contribuinte, do registo de nascimento ou de um alvará. Seja para esclarecer sobre uma medida de política do Estado, seja ainda para recolher opiniões ou propostas de políticas públicas”, apontou.

Isaías Samakuva quer ver a JURA a apoiar os esforços das autoridades e da sociedade civil no combate ao uso de drogas, no combate ao alcoolismo, no combate à fuga à paternidade e à maternidade responsável e no combate à violência, só para citar alguns.

“No seu programa de Acção para 2019, A JURA deve dar particular atenção ao processo de implementação das autarquias locais. O País precisa de mais de seis mil Autarcas e nós gostaríamos que mais de metade desse número tivesse menos de 40 anos! Não importa se têm Partido ou não, o importante é que sejam angolanos e tenham o perfil que já definimos para o Autarca que se vai candidatar pelas listas da UNITA”, insistiu, sublinhando ser através das autarquias locais que o desenvolvimento sustentável e harmonioso do país ganhará uma nova dinâmica.

O líder da UNITA acredita que por essa via muitos empregos serão criados, muitos fundos comunitários serão canalizados para Angola e servirão como fontes alternativas de financiamento do desenvolvimento; muitas actividades de voluntários serão desenvolvidas, e novas oportunidades surgirão para a juventude.

Segundo Isaías Samakuva, a JURA deve aprofundar e documentar muito bem os seus estudos sobre os problemas da juventude angolana, para poder participar na definição das propostas do Partido no âmbito das políticas de governação autárquica.

“Não vamos apenas participar como forças auxiliares de um combate dirigido por outros. Vamos nos preparar, nós mesmos para sermos a força dirigente deste combate pela paz social. Vamos conceber e implementar as nossas próprias estratégias de combate ao HIV, à violência doméstica, à fuga à paternidade, ao alcoolismo, à má governação”, prosseguiu o líder da UNITA, apelando a JURA para o desafio de contactar instituições de beneficência e a oferecer-se para o serviço voluntário.

“Promovam, nos vossos programas acções Educação de jovens no sentido do associativismo e do voluntarismo. Promovam movimentos sociais para questões simples e pontuais que reforçam a cidadania. Acima de tudo, estruturem campanhas e movimentos para ajudarem os cidadãos a obter o bilhete de identidade. Só com o bilhete de identidade, os jovens serão reconhecidos como cidadãos e poderão estudar, trabalhar e usufruir dos direitos inerentes a cidadania angolana”, recomendou.

Finalmente, o Presidente da UNITA manifestou a sua profunda gratidão e reconhecimento à Direcção cessante, representada pelo Deputado Aly Mango. “Creio que o Aly e a sua equipa deixam hoje a direcção da JURA com o sentimento de missão cumprida. Estou certo de que o partido ser-vos-á eternamente reconhecido”, exprimiu.

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grupo parlamentar - actividade
VII Jornadas Parlamentares foram proveitosas, refere Comunicado
Caiu o pano sobre as VII Jornadas Parlamentares do Grupo Parlamentar da UNITA, que tiveram lugar em Ndalatando, Kwanza Norte, de 27 a 30 de Outubro de 2018, sob o lema “Contra a corrupção e desigualdades sociais, em defesa da cidadania inclusiva e participativa”.

Antes do início dos trabalhos, a direcção do Grupo Parlamentar chefiada pelo seu Presidente Adalberto da Costa Júnior apresentou cumprimentos de cortesia ao Governo da Província, ao Comando Provincial da Polícia Nacional, ao Gabinete Local de Apoio aos Deputados, assim como às direcções da Igreja Católica, Metodista e da IECA.

Os Deputados efectuaram visitas a 5 Municípios para realizarem contactos de proximidade com o eleitorado da Província, nomeadamente Cazengo, Samba Kajú, Cambambe, Lukala e Golungo Alto.

O acto formal de abertura das Jornadas Parlamentares teve lugar na Segunda-Feira, dia 29 de Outubro de 2018, no Cine Ndalatando, com a participação da sociedade civil. O ponto mais alto dessa sessão foi o discurso de Sua Excelência o Presidente do Partido, Dr. Isaías Samakuva, que considerou o actual processo de desconcentração do poder central para as Províncias a ser efectuado pelo Executivo como uma forma do partido no poder instalar os seus candidatos a autarcas fazendo campanha eleitoral com os meios do estado.

Deputados estabeleceram diálogo com diferentes grupos da sociedade
Fizeram, ainda, parte da agenda de trabalhos das VII Jornadas Parlamentares da UNITA, conferências temáticas que abrandaram temas como Impacto das Políticas Públicas nas Família, nas Empresas e no Cidadão em Geral – contribuição a uma Deputação actuante, ministrado pelo sociólogo Heitor Simões; Análise do OGE 2019 Desafios Macroeconómicos; o Acordo com o FMI, tema apresentado pelo economista Carlos Rosado de Carvalho; O Plano de Desenvolvimento Nacional 2018-2022 Versus Realidade Macroeconómica do País, apresentado pelo economista Precioso Domingos; e Testemunho da Governação Autárquica em Moçambique; as consequências do Gradualismo Geográfico, tema apresentado pelo Presidente da Câmara da Cidade de Quelimane Manuel Alculete de Araújo.

A sessão de encerramento teve lugar no dia 30 de Outubro de 2018 e o discurso de encerramento coube ao Presidente do Grupo Parlamentar.

O Grupo Parlamentar considerou ter sido um acontecimento bastante proveitoso que reforçará o exercício das suas funções.

O Grupo Parlamentar tomou boa nota das preocupações apresentadas pelos cidadãos, durante a jornada de campo, tendo deixado a promessa para junto dos órgãos competentes do Estado e, em sede da discussão do OGE, encontrar soluções adequadas.

O Grupo Parlamentar reconhece o empenho dos órgãos de comunicação social na cobertura das suas VII Jornadas Parlamentares.

No comunicado final divulgado ontem, o Grupo Parlamentar agradece o carinho e hospitalidade das populações do Kwanza Norte e a colaboração das autoridades e todos o que directa e indirectamente contribuíram para o sucesso das VII Jornadas Parlamentares.
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L.i.m.a - actividades
Responsável deplora más condições de vida das Populações de Nambuangongo
Helena Bonguela trabalhou nos dias 20 e 21 de Outubro de 2018, nas aldeias de Kibunda e Cacuaco, na comuna do Zala, Município do Nambuangongo, província do Bengo, tendo no final manifestado a sua insatisfação pela falta de condições em que as populações daquelas comunidades estão votadas.

A presidente da LIMA, braço feminino da UNITA, que revelou a situação à comunicação social, reprovou também a insensibilidade das autoridades locais que terão retirado o material que tinha sido colocado num local para a construção de uma escola, por alegadamente maior parte de a população local ter depositado o seu voto ao Galo Negro, nas eleições de 2017.

“Contaram-me de que o governo, na véspera das eleições, colocou material, mas depois veio também retirar. Foi preciso reagir para que aquela escola se construa. É exactamente mais uma vez o esforço da população. Não tem hospitais na comunidade, não tem escolas na comunidade. As estradas são péssimas, as nossas casas são essas: umas meio-caídas em que não há condições de vida”, recordou a dirigente.

A responsável deplorou a falta de energia, água e de medicamento nos hospitais.

“Não temos luz eléctrica, nós tiramos água do rio, directamente para o nosso consumo. Esta água não é tratada, não é potável. Como é que podemos ter saúde, se depois adoecemos e não temos hospital com medicamento, o que é que este governo quer para este povo?”

Segundo a dirigente da Liga da Mulher Angolana, “Angola ainda não viveu mudança absolutamente nenhuma. Angola precisa de um novo rumo, precisa de uma nova vida. E, só é possível esse novo rumo, essa nova vida, com a UNITA no poder”.

Helena Bonguela criticou, igualmente o facto de a maioria dos antigos combatentes, viúvas e órfãos não usufruírem das pensões a que têm direito, por força da sua participação na luta de libertação nacional.

“A história nos diz que estas são áreas que, na era colonial lutaram contra o colono português. Os nossos avós, os nossos pais, aqui pegaram em armas para correr o colono, porque queríamos que Angola fosse governada por verdadeiros angolanos. Mas é essa parcela do país que está abandonada simplesmente”.

“Não há para o antigo combatente; uma pensão condigna. Não há pensões, os papás estão aqui, as mamãs mais velhas estão aqui. Não pensões daqueles que libertaram a pátria. Não há pensões. Acredito, temos aqui um número elevado de viúvas e órfãos de guerra: Não têm pensões de sobrevivência”.
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Quarta-feira, 14 de Novembro de 2018