UNITA - ANGOLA
O Presidente da UNITA, Adalberto Costa Júnior deslocou-se esta segunda-feira, 21 de Junho de 2021, à província de Benguela, para estar presente nas cerimônias de homenagem às vítimas mortais de acidente de viação, ocorrido dia 17 do mês em curso, causando morte a seis pessoas e vários feridos, entre membros do Partido e da liga da Mulher Angolana.
23/02/2024
“Quando enfim nós passarmos, como os homens da História passam, deixemos para continuadores o que não passa”.

Dr. Savimbi

Sob o Lema: Dr. Savimbi, uma vida por Angola e pelos Angolanos, a UNITA comemora em todo o país, o dia 22 de Fevereiro, consagrado como o dia do Patriota, em memória ao Presidente Fundador, Dr. Jonas Malheiro Savimbi, tombado em combate nessa data, no ano de 2002.

Esta data constitui um momento de reflexão, inspiração e motivação para todos quantos hoje e, para os tempos vindouros, engajam-se de consciência no esforço de construção de um país que há mais de quatro décadas de independência, não conhece os caminhos do progresso, da prosperidade e da felicidade.

Por isso, com o exemplo do Dr. Jonas Malheiro Savimbi e de todos os heróis da nossa história comum, mobilizemo-nos e redobremos esforços para a tarefa histórica da defesa do Estado Democratico de Direito, para uma Angola plural, livre do medo, da pobreza e da corrupção..
O Dr. Savimbi foi um Nacionalista e fervoroso defensor da integridade territorial de Angola, como o afirmou publicamente “eu sou nacionalista e patriota, para mim acima de Angola não existe mais nada”.

A luta pela Democracia que ele liderou, de 1976 a 1991, teve por epílogo a Consagração Constitucional do Estado Democrático de Direito e a Economia do Mercado, em 1992, com os Acordos de Bicesse, assinados em Lisboa, aos 31 de Maio de 1991, por JES e JMS.

Para Jonas Savimbi, a Pátria Angolana esteve sempre em primeiro lugar e sem ela nada mais fazia sentido, tendo morrido por ela, no campo de honra, no dia 22 de Fevereiro de 2002.
22 anos, após a sua morte constata-se com imensa preocupação o retroceder das conquistas alcançadas e os objectivos preconizados por Jonas Savimbi e por todos os patriotas, nomeadamente a paz, a liberdade, a democracia e o desenvolvimento, sendo por isso imperiosa a unidade de todos os patriotas para a alternância do poder, com o fito de se salvar o País amordaçado pela ditadura do actual regime.

Neste dia a ele dedicado, o Secretariado Executivo do Comité Permanente da Comissão Política da UNITA rende singela homenagem ao Patriota, Líder, Panafricanista, Diplomata, Mwata da Paz, Combatente pela Liberdade e Pai da Democracia em Angola, Dr. Jonas Malheiro Savimbi, preservando o seu legado e o instrumento de luta que ele criou ao serviço dos angolanos.

Presidente Dr. Jonas Malheiro Savimbi, Presente!

A Pátria jamais vos esquecerá!

Honra e Glória à Vossa Memória!

Luanda, 22 de Fevereiro de 2024

O Secretariado Executivo do Comité Permanente da Comissão Política da UNITA

Em destaque
09/02/2024
25/01/2024
Sob a orientação do Presidente da UNITA, Adalberto Costa Júnior, teve lugar no dia 08 de Fevereiro de 2024, no Complexo Sovsmo, em Viana, na cidade de Luanda, a XIII Reunião Extraordinária do Comité Permanente da Comissão Política, no fim da qual se torna público o seguinte:
Sob o Lema: “FALA – Forças Armadas de Libertação de Angola: uma missão, uma história”, a UNITA comemora hoje, 24 de Janeiro, o dia do seu ex- braço armado, em homenagem ao Comandante Samuel Piedoso Chingunji, mais conhecido por Kapessi Kafundanga, falecido à 24 de Janeiro de 1974. Esta data foi consagrada como o dia das FALA, por ter sido Kafundanga o seu primeiro chefe do Estado Maior.
Os restos mortais do sociólogo Laurindo Vieira foram sepultados hoje, terça-feira 16 de Janeiro de 2024, no cemitério da Santa Ana, em Luanda, na presença de familiares, colegas e amigos.
O sociólogo e docente universitário angolano, Laurindo Vieira, morreu esta quinta-feira, 11 de Janeiro de 2024, em Luanda, vítima de assassinato. De acordo com a informação da Angop, na noite desta quinta-feira (11).
O Presidente da República, João Lourenço defendeu em publicação divulgada na sua página do facebook, aposta na agricultura e na indústria nacional para tornar o país auto-suficiente, e reduzir o custo de vida.
O responsável, Florindo Chivukuti, reagia recentemente à imprensa sobre a detenção nesta quinta-feira, 4, de Janeiro de 2024, da activista Laurinda Gouveia quando saia de uma tentativa de manifestação a favor da libertação da influenciadora digital Neth Nahara e dos 4 activistas nomeadamente Gilson da Silva Moreira, mais conhecido por "Tanaice Neutro", e Hermenegildo André, também chamado de “Gildo das Ruas”, condenados no ano passado, assim como do cárcere domiciliar do Advogado Zola Bambi, na passada sexta-feira, 5 deste mês.
Segundo divulgou-o o Novo Jorna na sua edição desta terça-feira, 21 de Novembro de 2023, uma criança de sete anos foi atacada até à morte por um cão de raça pitbull, do seu pai, no quintal de casa, esta terça-feira, 21, no distrito urbano do Morro dos Veados, no município de Belas, em Luanda.
De acordo com o Correio da Kianda na sua edição deste Domingo 19 de Novembro de 2023, a cantora portuguesa com ascendência cabo-verdiana, Sara Tavares, morreu, aos 45 anos, no Hospital da Luz, em Lisboa – Portugal, vítima de cancro. Sara havia sido diagnosticada com um tumor no cérebro há mais de uma década.
Eco do Partido
Campo do militante
O Presidente da UNITA, Isaías Samakuva regressou esta sexta-feira, 12 de Junho de 2013, a Luanda, depois de uma longa digressão pelas províncias do Leste de Angola, nomeadamente, Lundas Sul e Norte, Moxico e Malanje.
Antonieta Kulanda, apresentou a sua posição recentemente num encontro promovido pelo Secretariado-Geral da UNITA, realizado no Hotel Skyna, em Luanda, que contou com quatro prelectoras entre as quais a ex-Secretária-Geral Adjunta da JURA, Arine Nhany, onde abordou-se o tema: “A UNITA e os Desafios da Consolidação da Democracia e do Desenvolvimento Sustentável”.
Intolerância
Palavra do Presidente
O Presidente da UNITA, Adalberto Costa Júnior voltou a reiterar neste sábado, 3 de Fevereiro de 2024, na província de Cabinda, na abertura do ano político do seu partido, sobre oscontractos simplificados aprovados pelo Presidente da República como sendo um crime contra o povo angolano.

Na ocasião, o líder da UNITA falou também do processo de destituição do Presidente da República e de violações ao regimento da Assembleia Nacional, apresentado ao Tribunal Constitucional pelo Grupo Parlamentar do seu partido, entre outros temas políticos, económicos, sociais da actualidade.

“Há um jornal que saiu há dois dias, e que somou o volume do contrato simplificados só no mês de Janeiro deste ano: é um crime completo, é um crime contra vocês, é falta de patriotismo. Porque, aqueles contratos simplificados violam a transparência, porque não há concursos. Porque, hoje os contratos que se assinam ultrapassaram os 95% sem concurso, no mais chegaram a 98% o número de contratos sem concurso público. Isto significa: alta corrupção”.

“Eu podia continuar aqui com muitos exemplos, mas para dizer que, a UNITA organizou um dossiér bem organizado, onde tem provas; só tem provas: da violação da constituição, violações do estado democrático de direito, violações dos direitos humanos; violentas, atentados à vida, promoção da corrupção; vendem-se bancos de 800 milhões de dólares por 28 milhões: bancos públicos, bancos que deviam responder perante vocês todos, mas que sua excelência entregou a uma empresa, por 28 milhões. Isto é crime, isto é um crime contra o estado, entre tantas outras questões”, disse o responsável partidário.

O responsável da UNITA denunciou ainda, o tratamento dado ao processo entregue à Assembleia Nacional pelo Grupo Parlamentar do seu partido.

“O dossiér está cheio de provas, e foi assim que o dissiér entrou na Assembleia Nacional. O dossiér foi entregue na Assembleia Nacional. E, vocês sabem que este dossiér que a Presidente da Assembleia recebeu até hoje não transfereiu o dissiér para as comissões da Assembleia, até hoje não foi distribuído; sabiam disto?! Senhora vice Presidente do Grupo Parlametnar, já recebeu o dossiér da Assembleia?”.

Segundo o Presidente da UNTIA, “nenhum grupo parlamentar recebeu o dissiér: nenhum grupo parlamentar, nenhuma comissão parlamentar recebeu o dossiér. Mas, vocês sabem que já houve um debate sobre este assunto. Sabem ou não sabem?! Como é que você vai debater aquilo que não conhece, que não recebeu? Como é que é possível?! Este é que é o estado, sério que nós temos?! É por causa disso, de terem imposto uma violação: violação à Constituição, violação ao regimento da Assembleia, que o Grupo Parlamentar da UNITA mandou para o Tribunal Constitucional estes dois dossiérs: uma reclamação de violações à Constituição e ao regimento da Assembleia. Hoje o processo de destituição do Presidente da República está no Tribunal Constitucional; as mãos estão a queimar àqueles juízes: eu sei, estão a queimar as mãos. Estão a queimar as mãos!”, disse o líder da UNITA, manifestando um voto de confiança ao trabalho do Tribunal Constitucional.

“A Assembleia aprovou! AProvou o quê? AProvou o quê? AProvou que quem manda são as ordens superiores. Não fez debate e não distribuiu. Vamos ver o que é que vai fazer o Tribunal Constitucional. Vocês vão dar um voto de confiança no Tribunal Constitucional? Não vão dar?! Eu vou vos pedir: vamos dar o voto de confiança. Vamos dar o voto de confiança! Vamos esperar que o homem é um homem inteligente, que o homem aprende com os seus erros; que o tribunal constitucional está ao serviço de Angola, e que não está ao serviço do regime”.

“Vamos dar um voto de confiança ao Tribunal Constitucional, e vamos ver o que é que o tribunal vai fazer. Vamos ver. Vamos ver se está com o povo ou se está com as ordens superiores. Vamos dar o voto”, garantiu o Presidente da UNITA.
grupo parlamentar 
Intervindo esta quinta-feira, 25 de Janeiro de 2024, na 3ª Reunião Plenária Ordinára da Segunda Sessão Legislativa da V legislatura da Assembleia Nacional, na leitura da declaração trimestral do seu Grupo o Presidente do Grupo Parlamentar da UNITA fez uma radiografia da situação social, económica e política do país, afirmando que, nunca como hoje o país viveu tanta fome, tanta miséria, tanta insegurança.

“Angola vive um ambiente de degradação das instituições, empobrecimento das pessoas, das famílias e das empresas. A realidade é indesmentível, indefarçável e deplorável. Nunca como hoje o país viveu tanta fome, tanta miséria, tanta insegurança; tanta corrupção, tanta impunidade, tanta perseguição aos adversários políticos e tanto desespero”.

“Senão vejamos: temos mais injustiça e desigualdades, temos menos educação, temos menos saúde, temos menos poder de compra dos salários, temos menos rendimento para as empresas e famílias; temos mais dívida pública, temos mais fome para a maioria do povo, temos menos liberdade de imprensa e de expressão, temos mais desemprego, temos mais estado-partidário e menos cidadania”, expós o líder parlamentar.

“Temos mais propaganda institucional, temos mais assimetrias regionais, mais pobreza e mais miséria, temos mais autoritarismo e menos democracia. Temos mais buracos nas estradas, mais poeira, mais lamas; mas atenção: os angolanos não gostam de fazer turismo nestas condições. Atenção: os angolanos não gostam de fazer turismo nestas condições miseráveis, apenas os governantes”, acrescentou Liberty Chiyaka, tendo deplorado a situação saúde, da liberdade, a má governação, a parcial redistribuição da riqueza nacional, a ausência de verdadeira reconciliação nacional, entre outras questões.

“Senhoras e senhores deputados, o que o executivo não sabe ou não entende é que sem saúde não há desenvolvimento, sem liberdade não há democracia, sem boa governação não há justiça social; sem sensibilidade humana não há, respeito pela lei e com poder judicial dependente do poder executivo não há estado de direito; sem governação patriótica não há justa redistribuição da riqueza nacional sem a verdadeira Reconciliação Nacional não há igualdade de oportunidades, sem respeito pelos Direitos Humanos não há Estado Democrático, sem respeito pela vontade soberana do Povo expressa em eleições livres, justas, transparentes, democráticas e competitivas não há legitimidade nem credibilidade dos governantes”.

Referindo-se à proposta de Lei de Segurança Nacional do Presidente da República, João Lourenço, entregue à Assembleia Nacional, para o debate e eventual aprovação na casa das Leis, Liberty Chiyaka considerou que a segurança nacional não é garantida pela força das armas, e sim da consciência cívica de bem servir Angola e os angolanos.

“A segurança nacional não é garantida pela força das armas; a segurança nacional depende da consciência cívica de bem servir Angola e os angolanos, por via de instituições democráticas e comprometidas com a cidadania. Sem instituições democráticas, apartidárias, sem boa governação, sem justiça social e sem valorização dos quadros nacionais não há segurança nacional”.

O responsável parlamentar considerou a proposta do governação da Nova Divisão Político-Administrativa como via encontrada pelo partido no poder para negar aos angolanos a realização das autarquias locais em manutenção do poder a qualquer custo.

“A Divisão Político-Administrativa (DPA) não deve servir para esconder a decisão da liderança do MPLA de negar as autarquias aos angolanos. A DPA vem agora em socorro da decisão do partido de regime: fazer a manutenção do poder a qualquer custo! É o seu único programa, mesmo que tal exija negar o desenvolvimento, colocar o País na extrema pobreza, fazendo de Angola, a cada dia, um Estado repressivo perante o silêncio medroso e conivente dos senhores Deputados”.

“Quem nega realizar as autarquias em 164 municípios e quer impor o gradualismo com 164 municípios, certamente, não está a ser sério ao pretender aumentar para 325 municípios! Trata-se de uma tentativa desesperada de efectuar um golpe perigoso contra a soberania dos angolanos, uma negação do direito de escolha: uma tentativa de tornar reféns todos aqueles a quem o partido de regime quer negar a cidadania e o direito de escolherem os seus governantes locais”, considerou Liberty Chiyaka.
L.i.m.a - actividades
A história da UNITA, é no fundamental, embora num percurso acidentado, a história de uma luta Resistência permanente e constante na defesa dos interesses sublimes e direitos dos desfavorecidos, dos explorados e oprimidos de Angola, que visou construir uma sociedade nova, que se quer inclusiva e melhor para todos, o que exige, primordialmente, confiança no filho de Angola, nas suas reais capacidades físicas e intelectuais, buscou ontem, busca hoje e buscará sempre a afirmação real de Angola no contexto das Nações Africanas e do Mundo como um todo. Seja qual for o tempo e imensidão, pois a caminhada pode ser tenebrosa, tortuosa, mas a causa da UNITA que é a causa dos Angolanos que vem desde 1964, há de triunfar, não mais por via das armas, mas por via luta política.

As EX-FALA – Forças Armadas de Libertação de Angola a semelhanças de outras forças surgidas na razão de libertar Angola das amarras colonialistas, missão cumprida com bravura, a sua história é antropossociopolítico-cultural escrita na arena histórica de Angola, da África e do Mundo que não se apagará, nunca.

É imperioso escrever de forma desapaixonada e com vínculo de responsabilidade, a real História de Angola. Ninguém melhor a escreverá a história real do nosso país, senão os verdadeiros patriotas, aqueles que se bateram, contra toda invasão e humilhação estrangeira, dando suas vidas, alguns com campas conhecidas e outros tantos, infelizmente, nem por isso.

O dia 24 de Janeiro, comemorado ontem e num Acto antropossociohistóricopolítico-tradicional da UNITA, a CHAMA DO MILITANTE, Sob o Lema: FORÇAS ARMADAS DE LIBERTAÇÃO DE ANGOLA: UMA MISSÃO, UMA HISTÓRIA, tem no seu cerne, na sua essência, uma carga elevada de simbolismo cultural que os Angolanos maduros devem interpretar, preservar e tirar dele o melhor que tem e conferir aos sobreviventes o reconhecimento, a honra e a dignidade que lhes cabe, merecidamente.

Foi um quanto tanto memorável e gratificante este Acto Tradicional da UNITA que conheceu um interregno, mas, muito recentemente retomado; desde o documentário das EX-FALA, ao momento do acender da Tocha da fogueira do Militante pelo Presidente do Partido; à declamação do poema "NÃO ACREDITES NELE CAMARADA", de autoria do Presidente Fundador, Dr. Jonas Malheiro Savimbi; à leitura da Declaração do Comité Permanente do Partido; à Narrativa histórica feita pelo General Abílio Kamalata Numa até à breve e muito objectiva intervenção do Presidente da nossa gloriosa UNITA, Engenheiro Adalberto Costa Júnior.

Os factos heroicos são dignos de serem à todas as gerações contados com realismo e alta responsabilidade. Foi o que assistimos e ouvimos ou constatamos ontem, dia 24 de janeiro e para muitos e muitas foi um recuo ao tempo e mensuração das responsabilidades que temos na luta política! A NOSSA GRATIDÃO.

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