UNITAANGOLA
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Preparativos da III Reunião ordinária da Comissão Política da UNITA
A segunda fase do processo preparatório, envolvendo reuniões dos comités provinciais decorre de 8 a 12 de Novembro, e contam, igualmente com a presença de membros dos órgãos de direcção do Partido.
14/02/2019
Anulado Curso de Administração local e Autarquias
O Instituto Politécnico Nº 131 do Lubango, antigo IMEL, adiou para 2020 a abertura do curso de administração local e autarquias previsto para o presente ano lectivo, por falta de espaço.

De acordo com o director da instituição, Belinho Joaquim, que falava à Angop, a circular 002, de 2017, que orienta a duração formativa para quatro anos em cada curso, deixou a escola sem espaço para abrir um novo curso.

O curso que compreende disciplinas nas componentes socioculturais, mormente a línguas portuguesa, inglesa ou francesa, línguas nacionais, formação de atitudes integradoras e educação física.

Na componente científica, o currículo engloba também disciplinas como matemática, economia, direito, historia sociologia, informática, filosófica, antropologia e empreendedorismo.

Já na componente técnico tecnológico e prática, as matérias de finanças locais, planeamento e estatística, administração autárquica, contabilidade pública, técnicas administrativas, desenvolvimento económico local, gestão de terras e ordenamento do território, topografia, cartografia e projectos tecnológicos que visão responder as exigências do poder local.

A instituição conta actualmente, com 82 turmas para 25 salas, em três turnos.

No presente ano lectivo foram matriculados três mil e 711 alunos nos cursos de Administração Pública, Contabilidade e Gestão, Estatística e Planeamento, Informática de gestão e Secretariado, o Turismo, Cozinha e Pastelaria e Gestão Hoteleira.

O Instituto Politécnico Nº 131 do Lubango conta ainda com oito laboratórios e um quadro docente constituído por 162 professores e 38 que fazem quadro do pessoal administrativo.

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Em destaque
Familiares de Joaquim Sebastião querem sua transferência para a Cadeia de São Paulo por suspeita de Envenenamento Novas leis e preço do Petróleo levam companhias a apostar em Angola
14/02/2019
06/02/2019
A decisão do Presidente angolano, João Manuel Gonçalves Lourenço, em exonerar, no início esta semana, Miguel Damião Gago do cargo de administrador do Fundo Soberano de Angola, foi destinada e colocada a disposição da Procuradoria Geral da República. O analista da consultora especializada em energia WoodMackenzie Adam Pollard disse hoje à Lusa que as companhias petrolíferas “estão novamente a olhar para Angola” devido aos preços do petróleo e às reformas lançadas pelo Governo.

Isaías Samakuva: “Estamos num momento de transição para uma nova era em Angola” Deficientes físicos privados de concluir formação Superior
O país africano vive um momento histórico frente as próximas eleições, que marcarão o rumo que tomará o Governo angolano para sair da crise actual Os estudantes com deficiência física desistem de frequentar as aulas no Instituto Superior de Ciências da Educação (ISCED), na cidade do Lubango, por falta de condições de acesso.
BNA disponibiliza mais Dólares do que Bancos Comerciais podem Comprar
Descobertos mais de 700 novos casos de Tuberculose no Bié
Pela segunda vez consecutiva este mês, o Banco Nacional de Angola (BNA) colocou à disposição o montante equivalente a 400 milhões de dólares norte-americanos sem, no entanto, conseguir vender essa soma aos bancos comerciais. Setecentos e setenta e cinco novos casos de tuberculose foram notificados na província do Bié, pelas autoridades sanitárias locais, durante os meses de Setembro a Outubro do ano em curso.
Marca Xyami substitui produtos Importados Angola abre concurso Público para aquisição de Medicamentos no valor de 25 Milhões
Os distribuidores da marca de bens alimentares Xyami, o grupo empresarial HXA, substituem a embalagem de produtos importados por nacionais no âmbito de um acordo de parceria assinado com o Ministério da Indústria, soube ontem o Jornal de Angola. O Presidente angolano autorizou esta segunda-feira a abertura de um concurso público para a aquisição de medicamentos, meios e dispositivos médicos no valor de 8.848 milhões de kwanzas (25 milhões de euros), indica uma nota oficial.
Eco do Partido Campo do militante
Líder da UNITA garante fim da discriminação no GIP Riqueza de Jonas Savimbi não eram bens Materiais
O Presidente da UNITA, Isaías Samakuva, trabalhou esta quarta-feira 26 de Julho de 2017, na capital do Bengo, Caxito, tendo discursado para as populações locais. Falando na última quinta-feira com Jornalistas, o Presidente da UNITA reafirmou que o Dr Jonas Savimbi foi nacionalista da primeira linha, tinha Angola como uma constelação de pequenas nações, um mosaico multicultural, sua única Pátria, indivisível.
Intolerância
Palavra do Presidente
Líder da UNITA defende Justiça feita com rigor nos casos de Corrupção no País
A posição é do Presidente da UNITA, Isaías Samakuva, que foi o convidado do espaço “Visão Global” desta quarta-feira, 13 de Fevereiro de 2019, na Rádio Mais, onde o dirigente máximo da UNITA falou de vários temas ligados à vida interna do seu partido, da situação actual do país, e da consolidação da democracia em Angola, bem como o processo de combate a corrupção em curso no país.

De acordo com o líder da UNITA não foi o Presidente da República, que iniciou a luta contra a corrupção em Angola.

“Eu devo dizer antes de mais que, tem-se dito ultimamente que o Presidente João Lourenço encetou o combate à corrupção, ele é que iniciou e tal, eu devo dizer que, não é verdade, porque a UNITA não só, durante esse período e nos últimos 15 anos tem sido num discurso permanente de combate à corrupção; mas, permanentemente, não só nas intervenções públicas que fazemos, mas também nas intervenções que se fazem em sede da Assembleia Nacional”, defendeu Isaías Samakuva, sublinhando a necessidade de a justiça ser feita com rigor e sem revanchismo.

Interrogado sobre o estado da democracia do partido que dirige, o responsável da UNITA afirmou que, “A democracia é um processo, que começa pelo facto de aceitar que, a democracia é o melhor sistema que nós podemos ter. Não é perfeito, mas eu acredito que, é o melhor sistema que nós temos. A UNITA aceitou desde o princípio, ao contrário do que se tem sido dito por aí. Ainda há poucos dias, eu consegui ter a primeira carta constitucional da UNITA, e fala da democracia várias vezes”, respondeu no aspecto sobre a existência de défice democrático ou não no seio do partido.

Segundo o político, a UNITA tem dados passos gigantesco, quanto à democracia interna

“Eu penso que a UNITA tem dado passos gigantescos, no sentido de democratização do partido, e é mesmo por ali que nós começamos, achamos que, para nós podermos falar da democracia, nós próprios temos de exercer e impor um sistema democrático no nosso partido. É normal que haja vozes discordantes”.

Questionado se tem delfins no partido, que possam o substituir na liderança da UNITA, o presidente da UNITA disse que, já ouviu falar disso, e realça que não tem delfim a quem deixar o cargo.

“Os meus delfins são os membros do partido, os membros do partido que trabalham, que se submetem à disciplina do partido, que convivem bem com outros; os membros do partido que, de facto, têm a capacidade de se submeter a voto dos membros, e que são eleitos; esses são os meus delfins”.

“Não estou a fazer preparação nenhuma. Numa democracia, num partido democrático, num sistema democrático, eu não posso dizer se quer que o fulano, o Sicrano vão se candidatar”.

Mais uma vez veio à baila a sua saída da liderança da UNITA, em 2019.

“Eu já falei sobejas vezes sobre isso, penso que já disse o suficiente sobre o assunto”.

Questionado se por algum interesse supremo da nação deixaria a UNITA para ir ao MPLA, Isaías Samakuva respondeu que, “nunca há-de ser interesse supremo da nação ir para o MPLA e aproveitou o ensejo para apelar aos compatriotas do MPLA a deixar que uma outra força assuma os destinos do país.

“Eu aproveito mais uma oportunidade, eu apelo aos meus compatriotas, aos meus irmãos no MPLA, que por tudo que o MPLA fez, nos últimos 40 e tais anos para o país, eu penso que, seria interesse supremo, não é só do país, da nação; mas também do MPLA, deixar ainda a liderança do país para uma outra formação política”.

Em relação a situação da democracia no país, o líder da UNITA disse que, “Se de um lado e formalmente a constituição, portanto, estabelece, reconhece Angola como um país democrático, na prática e no dia-a-dia há comportamentos que muitas vezes nos conduzem ainda à época de partido único”, e do ponto de vista político criticou a falta da transmissão em directo dos debates na Assembleia Nacional, e realçou.

“Até na própria Assembleia nós vemos como os debates são conduzidos; o próprio comportamento na Assembleia, que na minha maneira de ver acaba por esconder o que se faz na Assembleia, àqueles que os elegeram como deputados, de tal formas que as transmissões directas dos debates na Assembleia, do que se faz na Assembleia, não está sendo possível”.

Sobre as exéquias do líder fundador da UNITA, Jonas Malheiro Savimbi, prevista para este ano, o Presidente da UNITA mostrou que a parte mais complexa é a realização do DNA.

“Esse é que é um processo complicado, é um processo complicado, porque houve várias histórias à volta do corpo do doutor Jonas Malheiro Savimbi, e naturalmente, não só nós como a família precisava de ter a certeza que, vai ter um corpo do Dr. Jonas Malheiro Savimbi, e isto, actualmente só se faz com exame de teste do ADN ou do DNA como se diz. Ora, mas nós verificamos, ao contrário do que nos diziam que, a Universidade Agostinho Neto poderia fazê-lo, nós verificamos que este não é um exame fácil, sobretudo para os restos mortais que já jazem há mais de 15 anos”.

Sobre o debate da autarquização do país o Presidente da UNITA disse que o seu partido aprovou numa reunião da direcção, a Carta da UNITA para a Autonomia local, que será submetida ao debate no parlamento angolano para integrarem o pacote legislativo em discussão.

“Neste documento contém aspectos que terão de ser submetidos, como proposta da UNITA, para fazerem parte do processo do pacote legislativo que vai reger a implementação das autarquias”.
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grupo parlamentar - actividade
O Problema de Cabinda deve ser resolvido por via do Diálogo
Disse recentemente em entrevista ao programa “Angola Fala Só”, da Voz da América, o deputado independente pelo círculo de Cabinda, o Pe. Raúl Tati, em que abordou várias questões da vida actual do país, considerou na sua exposição, ser incompreensível a acção de detecções que ocorrem na parcela mais ao norte do país, “numa altura em que se fala muito de novos paradigmas políticos em Angola, e de algum arejamento do ponto de vista do respeito pelas liberdades, pelos direitos e garantias dos cidadãos”.

“É incompreensível que, em Cabinda esteja a acontecer, exactamente o contrário. Estas detecções que ocorreram na semana passada em Cabinda, reitero aquilo que já disse há dia, é uma autêntica vergonha para Angola, mas também é uma besteira, do ponto de vista político”.

O deputado diz ter havido várias detecções de membros do Movimento Independentista de Cabinda quando tentavam realizar uma manifestação de rua para assinalar os 134 anos da assinatura do tratado de Simulambuco.

“Houve detecções mesmo, portanto, no âmbito da marcha que devia ser realizada na sexta-feira passada, dia 1 de Fevereiro. Portanto, houve detecções na segunda-feira, dia 29, no dia 30 e no dia 1. Portanto, foram vários dias que a polícia andou a fazer a recolha desses activistas para as cadeias”, denunciou.

O representante do Povo em Cabinda, pelo Grupo Parlamentar da UNITA, realçou.

“O meu parecer, acho que não será diferente daquele do Grupo Parlamentar que, normalmente tem estado reiteradamente a dizer que, o problema de Cabinda deve ser resolvido por via do diálogo e não por via desta repressão policial”.

O número de detecções de activistas subiu para 75, com a detenção do secretário para a Informação do MIC, Sebastião Macaia, tal como confirmou a Imprensa Arão Tempo, Advogado na província de Cabinda.
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L.i.m.a - actividades
Responsável deplora más condições de vida das Populações de Nambuangongo
Helena Bonguela trabalhou nos dias 20 e 21 de Outubro de 2018, nas aldeias de Kibunda e Cacuaco, na comuna do Zala, Município do Nambuangongo, província do Bengo, tendo no final manifestado a sua insatisfação pela falta de condições em que as populações daquelas comunidades estão votadas.

A presidente da LIMA, braço feminino da UNITA, que revelou a situação à comunicação social, reprovou também a insensibilidade das autoridades locais que terão retirado o material que tinha sido colocado num local para a construção de uma escola, por alegadamente maior parte de a população local ter depositado o seu voto ao Galo Negro, nas eleições de 2017.

“Contaram-me de que o governo, na véspera das eleições, colocou material, mas depois veio também retirar. Foi preciso reagir para que aquela escola se construa. É exactamente mais uma vez o esforço da população. Não tem hospitais na comunidade, não tem escolas na comunidade. As estradas são péssimas, as nossas casas são essas: umas meio-caídas em que não há condições de vida”, recordou a dirigente.

A responsável deplorou a falta de energia, água e de medicamento nos hospitais.

“Não temos luz eléctrica, nós tiramos água do rio, directamente para o nosso consumo. Esta água não é tratada, não é potável. Como é que podemos ter saúde, se depois adoecemos e não temos hospital com medicamento, o que é que este governo quer para este povo?”

Segundo a dirigente da Liga da Mulher Angolana, “Angola ainda não viveu mudança absolutamente nenhuma. Angola precisa de um novo rumo, precisa de uma nova vida. E, só é possível esse novo rumo, essa nova vida, com a UNITA no poder”.

Helena Bonguela criticou, igualmente o facto de a maioria dos antigos combatentes, viúvas e órfãos não usufruírem das pensões a que têm direito, por força da sua participação na luta de libertação nacional.

“A história nos diz que estas são áreas que, na era colonial lutaram contra o colono português. Os nossos avós, os nossos pais, aqui pegaram em armas para correr o colono, porque queríamos que Angola fosse governada por verdadeiros angolanos. Mas é essa parcela do país que está abandonada simplesmente”.

“Não há para o antigo combatente; uma pensão condigna. Não há pensões, os papás estão aqui, as mamãs mais velhas estão aqui. Não pensões daqueles que libertaram a pátria. Não há pensões. Acredito, temos aqui um número elevado de viúvas e órfãos de guerra: Não têm pensões de sobrevivência”.
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