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27 anos depois dos Acordos de Bicesse o desafio da reinserção social mantém-se
Mátires Corrêa Victor “Kavula Ndunge”, um dos sobreviventes da delegação negocial da UNITA que participou da árdua tarefa de trazer a paz entre os angolanos, falou aos presentes sobre os meandros que nortearam o caminho da paz e recordou com um misto de nostalgia e tristeza os passos que seguiram aos Acordos de Bicesse e às eleições de Setembro de 1992, nomeadamente o assassinato, em Luanda, dos dirigentes e negociadores da UNITA.
17/12/2018
Candidatos a enquadramento na Polícia denunciam corrupção e Burocracia
Cerca de 8 mil Candidatos provenientes de diferentes províncias de Angola, que concluíram os treinos com vista a sua integração efectiva nas fileiras da Polícia Nacional, e encontram-se aquartelados nas instalações das FAA, no bairro Grafanil em Viana, denunciam péssimas condições de comodidade e doenças de origem desconhecida, que provocou a morte de alguns de seus colegas.

“As condições não estão a ser favoráveis, seja no dormitório, seja na alimentação, não. Alguns até desde que começou esse processo já faleceram quatro (4) colegas, só através dessas situações. A alimentação não tem, não tem boa convivência lá no Centro localizado no Grafanil, na PM”, denunciam.

Segundo a fonte, tem uma média de mais de 200 Camaradas daqui da Região Luanda, mas o total é de 8 mil efectivos.

“Em termo de alimentação, dormitório, outros colegas até estão desnutridos, já não têm saúde, outros estão a apanhar trombose, nós queremos que o nosso governo vela por isso, nós somos jovens não merecemos esse tipo de tratamento”, acrescentam.

Os candidatos que já cumpriram actividades militares denunciam as situações de burocracia e actos de corrupção.

“Se a chefia tiver dúvida, que vem na segunda-feira ou na terça-feira, no CSP, o CSP está localizado no ISTM, em frente ao Banco BPC, vai entrar e vai constatar a realidade. E, certos chefes estão a aparecer que nós temos canal, 100 mil, 80 mil, para nós dar dinheiro para ser reenquadrados. Mas, eu como militar, cumpri vou ter de pagar esse dinheiro, vou tirar aonde, eu já não ganho salário? O soldado ganha 20 mil Kwanzas, infelizmente os próprios 20 mil foram mais retirados”, continuaram, acrescentando que nos lugares dos militares entraram civis que pagaram dinheiro.

“Aqueles que pagaram dinheiro é que entraram. Aqueles que saíram das FAA para a Polícia são a maioria é que ficaram. Estamos mesmo aí abandalhados”, apontou.

Na tentativa de colher reacções de membros da direcção do quartel do Grafanil, a imprensa não foi bem sucedida.
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Em destaque
Ministro das Relações Exteriores apresentou queixa contra Ex-Inspector que o acusou de Ludribriar o PR e favorecer “Marimbondos DNIAP investiga Juiz José Sequeira por abuso de Poder
13/12/2018
12/12/2018
O ministro das Relações Exteriores, Manuel Augusto, apresentou queixa na Procuradoria-Geral da República (PGR) contra o antigo inspector da instituição que tutela, António Lima Viegas, que o acusou de ludibriar o Presidente da República, João Lourenço, e de ceder a pressões de “marimbondos” para o exonerar. A Direcção Nacional de Investigação e Acção Penal (DNIAP), órgãos afecto à Procuradoria-Geral da República, instaurou um processo-crime contra o juiz da 7a Secção de Crimes Comuns do Tribunal Provincial de Luanda José Sequeira Lopes, por, supostamente, ter cometido o crime de abuso de poder contra Lídia Amões.
Isaías Samakuva: “Estamos num momento de transição para uma nova era em Angola” Deficientes físicos privados de concluir formação Superior
O país africano vive um momento histórico frente as próximas eleições, que marcarão o rumo que tomará o Governo angolano para sair da crise actual Os estudantes com deficiência física desistem de frequentar as aulas no Instituto Superior de Ciências da Educação (ISCED), na cidade do Lubango, por falta de condições de acesso.
BNA disponibiliza mais Dólares do que Bancos Comerciais podem Comprar
Descobertos mais de 700 novos casos de Tuberculose no Bié
Pela segunda vez consecutiva este mês, o Banco Nacional de Angola (BNA) colocou à disposição o montante equivalente a 400 milhões de dólares norte-americanos sem, no entanto, conseguir vender essa soma aos bancos comerciais. Setecentos e setenta e cinco novos casos de tuberculose foram notificados na província do Bié, pelas autoridades sanitárias locais, durante os meses de Setembro a Outubro do ano em curso.
Marca Xyami substitui produtos Importados Angola abre concurso Público para aquisição de Medicamentos no valor de 25 Milhões
Os distribuidores da marca de bens alimentares Xyami, o grupo empresarial HXA, substituem a embalagem de produtos importados por nacionais no âmbito de um acordo de parceria assinado com o Ministério da Indústria, soube ontem o Jornal de Angola. O Presidente angolano autorizou esta segunda-feira a abertura de um concurso público para a aquisição de medicamentos, meios e dispositivos médicos no valor de 8.848 milhões de kwanzas (25 milhões de euros), indica uma nota oficial.
Eco do Partido Campo do militante
Líder da UNITA garante fim da discriminação no GIP As Minhas Memórias De 18 de Outubro de 1999 - 22 de Fevereiro de 2002 Por- Manuela dos Prazeres
O Presidente da UNITA, Isaías Samakuva, trabalhou esta quarta-feira 26 de Julho de 2017, na capital do Bengo, Caxito, tendo discursado para as populações locais. O dia 18 de Outubro de 1999, ficou marcado na história da minha vida, como sendo um dia de bastante aperto no trabalho, misturado com um intenso bombardeamento áereo sobre a vila do Andulo. Fuí uma das poucas mulheres que pelo cáracter do trabalho que desempenhava, não fui às posições satélites. Neste dia, pela manhã fui abrir a emissão da nossa (VORGAN- Andulo)
Intolerância
Palavra do Presidente
Líder da UNITA apela o combate à génese da Corrupção
Líder Da UNITA Apela O Combate À Génese Da Corrupção
Falando na abertura da IV Reunião Ordinária da Comissão Política do seu Partido que iniciou este Sábado, 15 de Dezembro de 2018, no Complexo Sovsmo, em Viana, Luanda, que termina Domingo, e conta com dirigentes e quadros do maior partido em Angola na oposição, provenientes das 18 províncias do país, o Presidente da UNITA afirmou que, a Comissão Política da UNITA tem se afirmado como força determinante para as mudanças que Angola e os Angolanos buscam.

“Desde o início do seu mandato, a Comissão Política da UNITA tem-se afirmado como força determinante para as mudanças que Angola e os Angolanos reclamam e buscam. Agora, ao terminar o seu mandato, esta Comissão Política realiza a sua IV Reunião Ordinária, num momento em que em vários sectores da sociedade nacional e até na Comunidade Internacional se vive uma espécie de euforia por aparentes mudanças que o novo chefe do Executivo está a anunciar, nomeadamente no que diz respeito ao combate a corrupção”.

O líder da UNITA disse que, o seu partido saúda a luta contra a corrupção levada a cabo pelo Presidente da República, no entanto defendeu que para combater com sucesso a corrupção em Angola é preciso começar pala mudança do sistema político, o administrativo e judicial.

“Saudamos o facto do senhor Presidente se engajar na luta contra a corrupção. Trata-se de um exercício complexo: primeiro, porque como sempre dissemos, o promotor da corrupção é o MPLA, o Partido agora presidido pelo Senhor Presidente da República; porque a corrupção financeira que ora se combate assenta na corrupção institucional, que alimenta o sistema, que foi construído sob o signo da corrupção exactamente para permitir que o MPLA se perpetue no poder. Isto significa que para combater com sucesso a corrupção em Angola é preciso começar pela mudança do sistema político, administrativo e judicial”, sublinhou.

O líder do segundo maior partido de Angola esclareceu que, a Angola precisa é do combate à génese da corrupção sistemática; Angola precisa de combater a corrupção que permite que um Partido se confunda com o Estado e capture o Estado para se perpetuar no poder; É esta corrupção que precisa de ser combatida sem tréguas e de forma decisiva.

O Presidente da UNITA apelou que, em vez da euforia por medidas anunciadas pelo chefe do Estado que, em um ano ainda não produziram resultados satisfatórios, a denunciar-se e exigir o desmantelamento de: Os esquemas de financiamento encapotado do MPLA pelo Estado; Desvios ao erário público para o financiamento encapotado das actividades do MPLA; A prática de subordinar a actuação dos serviços de segurança do Estado e da magistratura judicial aos interesses do MPLA;

A prática de manter os órgãos da administração eleitoral com uma maioria indicada pelo MPLA e a ele subordinada; A prática de manter o registo eleitoral e as suas bases de dados sob o controlo de dirigentes do MPLA, sob os mais diversos disfarces;

A prática de se utilizar os meios rolantes e aéreos das Forças Armadas, os recursos humanos dos órgãos de segurança do Estado e os fundos do Conselho Nacional de Carregadores ou dos governos provinciais, por exemplo, para apoiar ilegalmente as campanhas políticas do MPLA; e exigiu a realização das eleições autárquicas em todo os municípios do país.

“A democracia não estará realizada em Angola sem a prática regular do sufrágio universal autárquico em todas as comunidades e municípios do país”, reafirmou o responsável da segunda maior força política, durante o seu discurso.

A IV Reunião Ordinária do segundo maior partido político no país tem dentre os vários pontos em abordagem, a execução das actividades do partido, e aprovação de documentos que vão orientar as acções da força política.

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grupo parlamentar - actividade
Alcides Sakala exige esclarecimento sobre incidente do Monte Sumy
Em plenária desta quarta-feira, 21 de Novembro de 2018, na Assembleia Nacional, que apreciou e votou na generalidade a proposta de Lei sobre Liberdade de Religião, Crença e Culto, o Deputado Alcides Sakala, pediu um esclarecimento público do acontecimento do Monte Sumy, ocorrido a 16 de Abril de 2015, na província do Huambo, que envolveu agentes da polícia e seguidores da Igreja Adventista do 7 Dia, Luz do Mundo.

“Partido deste enquadramento jurídico-legal, já que o diploma em apreciação é sobre a liberdade de religião, crença e culto, gostaria que me fosse esclarecido o que ocorreu no dia 16 de Abril de 2015 no monte Sumy, na província do Huambo, onde se lamenta a morte de 9 agentes da polícia nacional e de milhares de angolanos barbaramente assassinados, seguidores da Igreja Adventista do 7 Dia, Luz do Mundo, fundada em 2002 por José Kalupeteka, dissidente da igreja adventista do 7 dia”.

“As imagens dos massacres do Monte Sumy são impressionantes pela sua brutalidade”, disse.

O Parlamentar questiona a posição do ministério público sobre o facto que viria a chocar a sociedade angolana.
“Agora que parece emergir alguma vontade de moralizar a sociedade, gostaria de saber se ministério público procurou aprofundar esta questão e por que é que se recusou a fazer um inquérito independente proposto por organizações da sociedade civil do nosso país”.
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L.i.m.a - actividades
Responsável deplora más condições de vida das Populações de Nambuangongo
Helena Bonguela trabalhou nos dias 20 e 21 de Outubro de 2018, nas aldeias de Kibunda e Cacuaco, na comuna do Zala, Município do Nambuangongo, província do Bengo, tendo no final manifestado a sua insatisfação pela falta de condições em que as populações daquelas comunidades estão votadas.

A presidente da LIMA, braço feminino da UNITA, que revelou a situação à comunicação social, reprovou também a insensibilidade das autoridades locais que terão retirado o material que tinha sido colocado num local para a construção de uma escola, por alegadamente maior parte de a população local ter depositado o seu voto ao Galo Negro, nas eleições de 2017.

“Contaram-me de que o governo, na véspera das eleições, colocou material, mas depois veio também retirar. Foi preciso reagir para que aquela escola se construa. É exactamente mais uma vez o esforço da população. Não tem hospitais na comunidade, não tem escolas na comunidade. As estradas são péssimas, as nossas casas são essas: umas meio-caídas em que não há condições de vida”, recordou a dirigente.

A responsável deplorou a falta de energia, água e de medicamento nos hospitais.

“Não temos luz eléctrica, nós tiramos água do rio, directamente para o nosso consumo. Esta água não é tratada, não é potável. Como é que podemos ter saúde, se depois adoecemos e não temos hospital com medicamento, o que é que este governo quer para este povo?”

Segundo a dirigente da Liga da Mulher Angolana, “Angola ainda não viveu mudança absolutamente nenhuma. Angola precisa de um novo rumo, precisa de uma nova vida. E, só é possível esse novo rumo, essa nova vida, com a UNITA no poder”.

Helena Bonguela criticou, igualmente o facto de a maioria dos antigos combatentes, viúvas e órfãos não usufruírem das pensões a que têm direito, por força da sua participação na luta de libertação nacional.

“A história nos diz que estas são áreas que, na era colonial lutaram contra o colono português. Os nossos avós, os nossos pais, aqui pegaram em armas para correr o colono, porque queríamos que Angola fosse governada por verdadeiros angolanos. Mas é essa parcela do país que está abandonada simplesmente”.

“Não há para o antigo combatente; uma pensão condigna. Não há pensões, os papás estão aqui, as mamãs mais velhas estão aqui. Não pensões daqueles que libertaram a pátria. Não há pensões. Acredito, temos aqui um número elevado de viúvas e órfãos de guerra: Não têm pensões de sobrevivência”.
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Segunda-feira, 17 de Dezembro de 2018