UNITA - ANGOLA
Uma efeméride como esta merece, obviamente, ser comemorada com todo o nosso entusiasmo e alegria. Porque 48 anos não são uma idade qualquer! Representam um marco na história do nosso país. A nossa LIMA chega a ser três anos mais velha que a própria Mãe-Pátria Angola; o que significa, desde logo, que as combatentes da LIMA inscreveram igualmente os seus nomes na epopeia de libertação e conquista da nossa Independência. Sem sombra de dúvidas, um nobre e valoroso contributo que ninguém deve escamotear e a História registou.
20/07/2020
Completam-se hoje, dia 18 de Julho de 2020, 50 anos desde que tombou, heroicamente, em combate, o Patrono da JURA, David Jonatão Chingunji, mais conhecido por “Samwimbila”.

Por esta ocasião, o Secretariado Executivo do Comité Permanente da Comissão Política da UNITA, rende a sua singela homenagem a este digno filho de Angola, cuja bravura na luta contra o colonialismo português, inspirou jovens da sua e de outras gerações, a defender Angola a sua única Pátria.

Os ideais em que Samwimbila e seus companheiros acreditaram e pelos quais deram o melhor de si, continuam válidos. Cabe, por isso, a JURA continuar a inspirar-se no seu espirito de abnegado e destemido patriota, comprometido com o bem-estar do seu povo.

A trajectória da JURA é marcada de muitas glórias e de nomes de jovens dirigentes e quadros, bem como de militantes anónimos que no campo da honra e em outros quadrantes da luta, pintaram com o seu suor e sangue a bandeira da liberdade e da democracia. Citamos, entre outros, o seu primeiro Presidente Elias Salupeto Pena e o ex- Secretário-Geral, Justino Kossengue Kanutula. São patriotas cuja inteligência faz imensa falta ao País.

No ano em que a JURA comemora 50 anos do passamento físico do seu patrono e 46 de existência, são grandes os desafios que se colocam aos jovens continuadores da causa, como é o caso do resgate da cidadania e dos valores éticos, cívicos e morais. A estes desafios é acrescido o combate e prevenção da contaminação da Covid-19 e outras endemias. Outros importantes desafios são a recuperação da economia nacional, a institucionalização das autarquias locais, em toda a extensão do território nacional e, a concretização da alternância do poder para se alcançar um país verdadeiramente virado para o desenvolvimento.

Todos esses desafios implicam da JURA e da Juventude Angolana em geral, determinação, entrega, profissionalismo e saber, disciplina e cumprimento e solidariedade nacional.

O Secretariado Executivo do Comité Permanente da Comissão Política da UNITA solidariza-se com todos os jovens que pelo País e pelo mundo têm dado o melhor de si, para ver realizado o sonho de uma Angola melhor, pela qual Mandume, Samwimbila e outros jovens lutaram.

O Secretariado Executivo do Comité Permanente da Comissão Política da UNITA encoraja todos os jovens angolanos a seguirem os bons exemplos e apela ao Executivo a ter na juventude angolana a sua prioridade absoluta.

O Secretariado Executivo do Comité Permanente da Comissão Política da UNITA recomenda, vivamente, aos jovens para se prevenirem contra a COVID 19, preservando assim a vida humana, que é o nosso bem supremo.

Com o espírito de Samwimbila, a JURA deve colocar-se na vanguarda das transformações que Angola merece.

JURA – PÁTRIA

JURA – Ciência e Progresso

Secretariado Executivo do Comité Permanente da Comissão Política da UNITA em Luanda, aos 18 de Julho de 2020


Em destaque
14/07/2020
14/07/2020
Estamos em sede do debate na Generalidade do OGE. A Constituição da República de Angola refere que compete à Assembleia Nacional aprovar o Orçamento Geral do Estado e fiscalizar a Conta Geral do Estado.
As autoridades sanitárias angolanas registaram, nas últimas 24 horas, mais 62 casos positivos de Covid-19 e um óbito.
Angola atingiu na última terça-feira, 28 de Julho de 2020, mil infecções por Covid-19, com 50 novos casos registados, além de seis óbitos, prefazendo um total de 47 mortos, 266 recuperados e 687 activos, informou ontem o Secretário de Estado para Saúde Pública, Franco Mufinda, citado pela Lusa.
Os familiares de uma paciente que morreu no hospital municipal de Viana, vulgo Capalanga, na noite de sexta-feira, 24 de Julho de 2020, acusam os técnicos de saúde daquele estabelecimento hospitalar de negligência.
Decorre, desde a manhã desta Segunda-Feira, 27 de Julho de 2020, na sede da UNITEL, em Talatona, Luanda, a reunião da Assembleia Geral, com todos os accionistas que representam a totalidade do capital social da maior operadora de telecomunicações do país. Dentre vários pontos a serem discutidos e deliberados, consta a auditoria forense durante a gestão da empresária Isabel dos Santos, nos últimos dez anos a frente desta empresa de telefonia móvel.
De acordo com o comunicado da 7ª Reunião Ordinária da Comissão
Económica do Conselho de Ministros, divulgado pelo Jornal de Angola, o
Governo aprovou nesta segunda-feira, 27 de Julho de 2020, o pagamento
do subsídio de Natal (décimo terceiro) em quatro parcelas mensais, entre
os meses de Agosto e Novembro.
A informação foi divulgada quinta-feira, 23 de Julho de 2020, pelo Site Oficial do Tribunal Constitucional (TC), que restituiu a liberdade de movimentos ao deputado Higino Carneiro, e declarou inconstitucional a decisão do Tribunal Supremo, que proibia o ex-ministro das Obras Públicas de se deslocar para fora de Luanda.
A informação foi avançada no início da semana, em Luanda, depois de uma reunião realizada pelos professores, que decidiram organizar uma manifestação na capital do país e, posteriormente, nas demais províncias, para exigir a intervenção do Estado, na situação que passam os “homens do giz”, que há mais de quatro meses estão sem salários
Eco do Partido
Campo do militante
O Presidente da UNITA, Isaías Samakuva, trabalhou esta quarta-feira 26 de Julho de 2017, na capital do Bengo, Caxito, tendo discursado para as populações locais.
A filha do Presidente Fundador da UNITA, Dr. Jonas Savimbi, Nginga
Savimbi, escreveu este, domingo, 28 de Junho de 2020, para o Club-k,
afirmando que “Elas riam-se de nós quando defendíamos o nosso Pai”!
Achavam bem denigrir a imagem de quem não se podia defender!
Não nos deixaram chorar o nosso Pai no tempo devido!
“Elas riam-se de nós quando defendíamos o nosso Pai” – Ginga Savimbi
Intolerância
Palavra do Presidente
Na sequência da declaração das autoridades angolanas sobre contaminação comunitária do vírus da covid-19, em Luanda, o Presidente da UNITA, Adalberto Costa Júnior, emitiu sexta-feira, 17 de Julho de 2020, uma mensagem aos angolanos para a necessidade de observância dos cuidados de prevenção, em que se destaca a responsabilidade individual dos angolanos para impedir a continuidade da passagem do vírus, por dentro a fora do país.

Na ocasião, o responsável do maior Partido na oposição em Angola, chamou atenção a todos os angolanos de que estão “numa nova circunstância ligada ao combate a COVID-19”, e reconheceu a coragem do governo angolano ao reconhecer a existência da contaminação comunitária, embora pela província de Luanda apenas, possibilidade assim, “trazer novos protocolos de abordagem em relação a esta realidade”.

“Na terça-feira, durante o debate que fizemos na Assembleia, mais uma vez alertamos os cidadãos, e o governo da necessidade deste reconhecimento. Felizmente, um dia depois, a Comissão Multissectorial reconheceu existir contaminação comunitária, embora o tenha reconhecido apenas para Luanda”.

Adalberto Costa Júnior afirmou que esta nova realidade acresce o nível de responsabilidade individual.

“Quando a contaminação comunitária é reconhecida significa que o vírus está a circular por todo lado. Nós não sabemos se determinada pessoa que está connosco é assintomática ou não. Porque, não tem sintoma, mas pode, efectivamente contaminar”, apontou o líder político.

Na sua mensagem exorta a todos os cidadãos sem excepção a respeitarem todas as medidas de biosseguranças e higiene individual e colectiva de protecção e combate contra a COVID-19.

“Isto obriga a que todos, mas absolutamente todos, usem a máscara sempre que saírem de casa; isto obriga que os cuidados sanitários sejam levados ao limite que, respeitemos as distâncias mínimas aconselhadas, de um metro e meio no mínimo, e obriga também a que com muita regularidade lavemos as mãos, que desinfectemos as mãos; que não utilizemos as mãos para as levar à boca, ao nariz, aos olhos, porque são vias de contaminação. Sempre que sairmos, ao regressar à casa devemos deixar a roupa os sapatos fora, e mudarmos de roupa, tomar banho, no sentido de protegermos os familiares ou quem connosco resida”, insistiu.

De acordo com o Presidente Adalberto Costa Júnior, a contenção da contaminação comunitária assenta fundamentalmente na responsabilidade individual. O político manifestou a sua preocupação perante os danos decorrentes da cerca sanitária que envolve Luanda que em sua opinião está destruir o tecido económico e as empresas.

“Preocupa-nos também aqui algumas outras realidades. Nós ficamos com a percepção de que a cerca a Luanda, hoje, já não limita a questão da transmissão do vírus. Nós pensamos que devíamos ter um outro critério. Porque, ao olharmos para o mundo exterior, o mundo não está mais a criar limitações de circulação por cidades, ou por regiões. O mundo está consciente de que o Covid veio para ficar muito tempo e, as cercas a este nível destroem o tecido económico, destroem as empresas”, afirmou.

Adalberto Costa Júnior alertou que a cerca de Luanda coloca o país em baixa muitas empresas com risco de centenas de milhares de pessoas ficarem se os seus empregos.

“Nós, estamos já a tomar contacto com realidades sociais extremamente preocupantes. Temos conhecimento que foram dada baixa de muitas empresas, centenas de milhares de pessoas com risco de ir para o desemprego. É preciso responder a estabilidade das famílias, é preciso responder a esta realidade”.

A esse respeito, Adalberto Costa Júnior exigiu resposta do Executivo às questões sociais.

“É preciso responder a preocupação ligada a questão da educação. Nós somos de opinião que, não foi feito tudo, para que se encontrasse uma resposta adequada a questões da educação. A nossa principal chamada no início foi que, no âmbito da escola primária, muitas escolas não tinham água, na sua maioria, não tinham casas-de-banho em condições, e estávamos a pedir a testagem, pelo menos transversal, de protecção às escolas, a par dos funcionários. E, foi esta exigência que foi tida como indispensável, mas isto não significa partir de imediato para uma decisão de não haver aula durante todo o ano, as consequências são dramáticas”.

“É preciso responder a preocupação ligada a questão da educação. Nós somos de opinião que, não foi feito tudo, para que se encontrasse uma resposta adequada a questões da educação. A nossa principal chamada no início foi que, no âmbito da escola primária muitas escolas não tinham água, na sua maioria; não tinham casas-de-banho em condições, e estávamos a pedir a testagem, pelo menos transversal, de protecção às escolas, a parte dos funcionários. E, foi esta exigência que foi tida como indispensável, mas isto não significa partir de imediato para uma decisão de não haver aula durante todo o ano, as consequências são dramáticas”.

O Presidente da UNITA chama atenção a não pôr-se em causa tudo que é futuro, sob pena de o país caminhar para situações sociais muito graves no amanhã.

“Nós não devíamos pôr em causa tudo que é futuro, numa altura que outros estão nos a deixar lições de fazer funcionar as Instituições ao mesmo tempo que apelam a responsabilidade, ao mesmo tempo que combatem o Covid, e nós temos de facto, que começar a convidar as nossas Instituições, particularmente o governo central, a começar a ter uma preocupação maior sobre o amanhã. Porque, senão, não morre do Covid, morre de fome. E, podemos estar a caminhar para situações muito graves”.

Adalberto Costa Júnior apela para o maior diálogo do governo com todas instituições para se se encontrar soluções a situação da educação e outras questões socioeconómicas, na presente fase da doença da COVID-19.

“Pelo que, o que nós estamos a solicitar é acréscimo do debate, maior diálogo com as Instituições, diálogo com os Sindicatos; diálogo com as Federações de empresários. Porque, países há, que encontraram soluções; com muito menos disponibilidades do que Angola e, estão a viabilizar aos seus habitantes, mais acompanhamento”.

O Presidente da UNITA chamou atenção para não se pôr em causa o futuro, sob pena de o país caminhar para situações sociais muito graves e exortou o Executivo a olhar para os exemplos de outros países.

“Nós não devíamos pôr em causa tudo que é futuro, numa altura que outros estão nos a deixar lições de fazer funcionar as Instituições ao mesmo tempo que apelam a responsabilidade, ao mesmo tempo que combatem o Covid, e nós temos de facto, que começar a convidar as nossas Instituições, particularmente o governo central, a começar a ter uma preocupação maior sobre o amanhã. Porque, senão, não morre do Covid, morre-se de fome”, disse que defende maior diálogo do governo com todas instituições para se encontrar soluções à situação da educação e outras questões socioeconómicas, na presente fase da doença da COVID-19.

“O que nós estamos a solicitar é acréscimo do debate, maior diálogo com as Instituições, diálogo com os Sindicatos, diálogo com as Federações de empresários. Porque, países há, que encontraram soluções, com muito menos disponibilidades do que Angola e, estão a viabilizar aos seus habitantes, mais acompanhamento”.

Ainda sobre a educação, Adalberto Costa Júnior disse não concordar com o encerramento das escolas e defende maior esforço.

“Estamos a assistir Universidades inteiras a despedir o pessoal, estamos a assistir o risco de todo pessoal ligado ao sector do ensino privado ir para casa; estamos a assistir aqueles aspectos do mercado que nunca abriram, a despedir de forma compulsiva os seus funcionários. O risco é muito grande”, constatou adalberto Costa Júnior, sugerindo medidas como estender a cerca de Luanda, para Sul com aumento de responsabilidade individual, educação cívica, distribuição das máscaras junto das comunidades e das populações.

Manifestou disponibilidade do seu partido na educação cívica dos cidadãos e na distribuição de material de biossegurança.

O líder da maior força política na oposição em Angola espera que o executivo angolano siga o exemplo de outros países africanos, a exemplo de Cabo-Verde.

“Eu dou um pequeno exemplo, em Cabo-Verde, um pequeno país, tido como muito mais pobre do que Angola, o Estado está a comparticipar com as empresas no pagamento de uma parte dos funcionários, daquelas empresas que não estão a produzir. Ora, se Cabo Verde pode fazer isto, porque e que Angola não faz? Eu não consigo acreditar, e eu não acredito que o governo de Angola tenha menos meios que o governo de Cabo-Verde”.
grupo parlamentar 
DECLARÇÃO POLÍTICA TRIMESTRAL – 22 DE JULHO DE 2020-07-22

Excelência Presidente da Assembleia Nacional

Distintos deputados

Ilustre membros do Governo

Prezados Jornalistas

Povo angolano

Excelência,

Hoje temos a última declaração política do trimestre e eu gostaria de aproveitar esta oportunidade, para em nome do Grupo Parlamentar da UNITA, expressar o nosso reconhecimento a administração parlamentar, na pessoa de sua excelência o Presidente da Assembleia Nacional e o Secretário Geralda Assembleia Nacional que asseguram a s condições técnicas, apesar de todos oc condicionalismos criados pela Covid, para que os nossos trabalhos tivessem sido desenvolvidos com sucesso. O nosso reconhecimento.

Senhor presidente,

Nós gostaríamos de partilhar a visão da UNITA sobre o roteiro para a construção de Angola pós-Covid. Vamos partilhar esta visão em três momentos distintos:

Primeiro vamos falar das políticas do estado versus política de governo, o compromisso do estado, por tanto a nossa agenda e por último as barreiras estruturais ao desenvolvimento sustentável de Angola.

Desta agenda da 11ª sessão plenária, inscreve a aprovação de algumas leis do pacote legislativo autárquico, a votação final global da Lei do Código do Processo Penal, a lei dos Contratos Públicos e a Lei da sustentabilidade das finanças públicas. Enquadramos estas leis na perspectiva das políticas de Estado e políticas de governo. As políticas de Estado são compromisso de todos nós, engajam todos os actores políticos e sociais. As políticas de governo são executadas pelo grupo político que detém o poder executivo apoiado por uma maioria parlamentar.

Quando falamos da institucionalização das autarquias, quando estamos a falar da descentralização político-administrativa, estamos a falar de uma das políticas de Estado. Portanto, o governo, a Assembleia Nacional têm a obrigação, têm o dever constitucional de assegurar a sua efectivação.

A agenda das autarquias não pode estar condicionada à vontade de um partido politico, de uma organização política. Não pode. Quando vamos ter autarquias não pode ser segredo de Estado, ou melhor, segredo de um partido politico. Não se pode caminhar assim. Não se pode construir um país inclusivo, um estado verdadeiramente democrático, quando os actores políticos não conversam, não há abertura e não há transparência.

Queríamos apelar ao governo, ao partido que sustenta o governo, maior abertura, sobretudo a necessidade de reassumirmos o nosso compromisso como estado, como nação, de realizarmos autarquias.

Senhor Presidente

Cabo Verde, um país mais pequeno que Angola, tem mais casos de Covid, vai realizar autarquias este ano. Mas Angola não tem nenhum horizonte. Não se pode trabalhar desta forma. O Grupo Parlamentar da UNITA exige o agendamento para discussão na especialidade e futura votação final global da proposta de Lei da Institucionalização das autarquias locais. É o mínimo que podemos fazer. Mas temos de dialogar. A descentralização politica e administrativa é o futuro dos Estados. Angola não tem outro caminho se não executar as autarquias locais.

Senhor Presidente,

Gostaria de falar agora da nossa agenda que é o nosso compromisso, aquilo que nós consideramos serem as nossas prioridades.

Primeiro: A governação- Boa governação, com transparência;

O Combate a corrupção: Combate a corrupção de forma abrangente e não de selectiva como está a sendo feito agora;

A busca ou a realização da prosperidade das pessoas deve ser o centro das de todas nossas preocupações, porque um estado e qui especificamente em relação ao governo, deve velar pela segurança das pessoas e de suas propriedade, a realização do desenvolvimento social que implica investimentos massivos e estratégicos na educação, no ensino, na ciência e na tecnologia.

Que futuro para Angola, Senhor Presidente, quando neste preciso momento mais 17 mil professores e trabalhadores do sector privado na educação correm riscos sérios de perder os seus empregos? Mas o governo não assegura condições para garantir este emprego. E aqui volto a dar outra vez o exemplo de Cabo Verde, onde o governo vai assegurar, olhando para o histórico dos últimos 12 meses, pelo menos 70% do financiamento para a capacidade económica das empresas, isto é para permitir que as empresas não despeçam os seus funcionários. É o mínimo que o Estado angolano pode fazer. E Angola tem condições económicas para o fazer.

O Resgate da dignidade e da cidadania: é nossa agenda do Estado

O Crescimento do emprego que passa pelo investimento no sector produtivo, o combate a pobreza extrema e as desigualdades sociais deve ser nossa prioridade. A realização das autarquias vai contribuir sobremaneira para este propósito.

Senhor Presidente

Distintos Deputados

Prezados membros do Governo

Precisamos trabalhar para a efectivação das autarquias.

O empoderamento do empresariado nacional deve ser seguramente das maiores qualidades do nosso estado. Sem empresariado nacional forte não há+ futuro, não haverá emprego, não haverá prosperidade. Devemos trabalhar e devemos fazer absolutamente tudo para salvaguardar o emprego que já está a ser realizado. Não percamos aquilo que já temos. Criemos condições para aumentar. Olhemos para a juventude, a nossa força activa.

Sobre as barreiras estruturais ao desenvolvimento sustentável do nosso país:

A primeira grande barreira é a falta de vontade patriótica para realizar uma Pátria verdadeiramente inclusiva. Não se pode resolver problemas estruturais com medidas estruturais.

Senhor Presidente, gostaria de chamara atenção para uma questão muito grave. A crise da Covid está a ser gerida numa perspectiva de ganhos partidários. Não se pode aceitar isso. Os actores políticos do partido no que está no poder podem circular pelo país, vão às conferências provinciais extraordinárias. Mas dirigentes de outros partidos políticos são impedidos, também em serviço partidário, cumprir a sua missão. Não se pode aceitar isso. Nós exigimos da Comissão multissectorial tratamento igual de todos os actores políticos. Não se pode aceitar que dirigentes da UNITA solicitem uma saída há mais de 50 dias e a Comissão não autoriza, mas e menos de duas semanas há conferências e dirigentes ilustres do partido que está no poder são autorizados a fazer. Isto não é gestão da Pandemia. É buscar ganhos partidários.

2- Deficiente educação Básica: Se nós não mudarmos o paradigma da atenção ao sistema de educação, o país não tem futuro. É uma das grandes barreiras ao desenvolvimento sustentável do nosso país.

Terceira barreira estrutural: A política de indigência.

Senhor Presidente, distintos deputados,

É sofrível ouvir de governantes dizer que o Governo está a fazer “muito esforço”, para realizar a obra social. Mas muito esforço porquê? Os recursos que o governo usa são do povo, os quadros técnicos que operacionalizam as políticas públicas são quadros do país. E o governo vem dizer que “estamos a fazer muito esforço”. Não se pode aceitar isso. Que esforço? Quando temos de fazer esforço, estamos incapazes de fazer, coloquemos o nosso lugar à disposição. Nós estamos qui para assumir a nossa responsabilidade.

As desigualdades sociais e assimetrias regionais, são outras das barreiras.

Toda a política de governo que não visar a irradicação das desigualdades sociais e das assimetrias regionais, está fadada ao fracasso. Tenhamos criatividade, busquemos ideias de outras forças políticas a realização de nosso país como estado próspero não é missão de um governo. É missão de todos nós, através de vários governos, vários partidos políticos.

Precisamos de erradicar a política de exclusão e da mentalidade monolítica. Enquanto prevalecer no nosso quotidiano na gestão político-partidária a prerepectiva monolítica, não se pode realizar um país diferente. A crise abre para Angola uma grande oportunidade de rever toda a estrutura de governação, toda a filosofia governativa. Temos condições económicas e temos condições humanas para atingirmos este propósito.

Para terminar, Senhor Presidente gostaria de falar de uma grande barreira estrutura que é a corrupção institucional. E aqui gostaria de fazer referência aos preços que estão a ser praticados por algumas unidades de saúde de combate a Covid. Simplesmente escandaloso: Pacote domiciliar ou quarentena domiciliar, 1.341.000 (um milhão e trezentos e quarenta e um mil kwnazas). Você está doente e tem Covid em sua casa, se precisar de apoio tem de pagar 1.341.000 (um milhão e trezentos e quarenta e um mil kwanzas). Como assim? O pacote Institucional, 14 dias 3.374.000(três mihões, trezentos e setenta e quatro mil Kwanzas), em 14 dias. No isolamento na UTI, durante 14 dias 20.000.000(vinte milhões de kwanzas de kwanzas). Como é possível sobrevivermos nestas condições? O Estado, através do titular do poder Executivo, colocou a disposição dos angolanos um pacote financeiro para este propósito.

Nós exigimos que o Estado assuma, na totalidade, os custos com o tratamento desta doença que atinge a todos nós. Não se pode fazer negócio com o sofrimento dos outros. Não se pode aceitar isso. É muita insensibilidade. Procuremos, no momento de , sermos mais solidários. Afinal de contas todos somos angolanos, somos filhos da mesma Pátria.

Tenho dito e muito obrigado, Liberty Chiayaka
L.i.m.a - actividades
As candidatas ao cargo de Presidente da Liga da Mulher Angolana – LIMA, retomaram no dia 22 de Julho de 2020, as actividades de mobilização das delegadas ao IV Congresso da organização feminina da UNITA, que estiveram suspensas por imposição da pandemia da Covid-19, informou a porta-voz, Albertina Navemba Ngolo.

O conclave, inicialmente, previsto para Abril, vai ter lugar nos dias 7 e 8 de Agosto próximo com reuniões a decorrerem em sete regiões distintas.

Nesta conformidade, está prevista para esta sexta-feira, pelas 09h30 minutos a sessão de apresentação da moção de estratégia às potenciais delegadas ao IV Congresso da LIMA pela candidata Helena Bonguela Abel. Ainda amanhã às 14 H 00 será vez da candidata Manuela dos Prazeres Kazota dirigir-se ao mesmo público alvo para apresentar a sua moção de estratégia.

Enquanto isso, a terceira candidata ao cadeirão da LIMA, Domingas Njungulu, vai partilhar a sua moção de estratégia com membros da LIMA nos 9 municípios de Luanda, durante a visita de campo que efectua também sexta-feira.
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Obra de Isaías Samakuva
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Terça-feira, 04 de Agosto de 2020