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Discurso do Presidente Samakuva na abertura do ciclo de actividades alusivas às Exéquias do Dr. Jonas Malheiro Savimbi
O Presidente-fundador da UNITA nunca se vergou aos interesses hegemónicos de nenhuma potência estrangeira nem de nenhum grupo nacional. Intitulado pelo jornal português o Tempo como o HOMEM DO PROJECTO ANGOLANO e homenageado por outro Jornal também português, o Expresso, como O Guerrilheiro do Século
18/03/2019
BNA prevê relativa estabilidade das reservas Internacionais em 2019
As Reservas Liquidas Internacionais (RLI) angolanas fixaram-se, até Dezembro 2018, em USD 10,6 mil milhões e podem registar uma relativa estabilidade no decurso do ano em curso (2019), segundo o Banco Nacional de Angola.


Falando à margem da cerimónia de apresentação da evolução recente da economia nacional ao corpo diplomático acreditado em Angola, o vice-governador do Banco Central, Manuel Tiago Dias, antevê uma recuperação das RLI em face ao esforço de regularização das operações pendentes de 2014 a 2017,e das políticas monetárias que estão a permitir um equilíbrio do câmbio entre o Kwanza e as divisas Dólar e Euro.


Relativamente a essa cotação, afirmou que o mesmo acontece devido a um processo de normalização do mercado cambial desenvolvido em 2018 e que permitiu articular uma maior flexibilidade da taxa de câmbio.


Considerou que grosso do esforço de estabilização ocorreu em 2018, por isso, tendo em conta a razão dos principais indicadores macroeconómicos, observa-se neste momento uma relativa estabilidade do Kwanza com relação as principais divisas (USD e EURO).


“De acordo com o regime cambial, de taxa de câmbio flexível, as taxas vão evoluindo em função da evolução da economia, tendo-se constatado a regularização dos atrasados e também uma grande flexibilidade da taxa de câmbio que permitiu uma maior convergência entre a taxa de câmbio do mercado informal e do formal, o que se observa agora é uma maior flexibilidade do Kwanza”, sustentou o responsável.
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Jurista atribui morte da Zungueira à desorganização do Estado André Mendes garante criação de Núcleos em todo País
15/03/2019
12/03/2019
A Presidente da Associação das Zungueiras, a jurista Amor de Fátima considerou que a morte da vendedora ambulante na zona do Rocha Pinto, distrito da Maianga, revela desorganização do Estado. O novo líder da CASA-CE disse sábado último, 09 de Março de 2019, que vai gastar tempo necessário para reorganizar e reestruturar a coligação, mantendo-a sempre como uma novidade no cenário político nacional.
Argélia: Juízes protestam recandidatura de Abdelaziz pela Quinta Vez Estadista Português exorta luta pelos Ideais de Neto
Na Argélia mais de mil juízes anunciaram que não vão supervisionar as eleições do próximo mês como forma de protesto contra a recandidatura do Presidente Abdelaziz Bouteflika a um quinto mandato, noticiou a Voz da América no seu espaço “Foradhoras”, desta segunda-feira, 11 de Março de 2019. O Presidente de Portugal, Marcelo Rebelo de Sousa, exortou nesta quarta-feira, em Luanda, os angolanos a lutar pelos ideais de Agostinho Neto que defendem a liberdade, emancipação e o desenvolvimento.
João Lourenço solicita apoio de Portugal para Autarquias
‘Transparência’ expulsa mais de 450 mil Estrangeiros
O Chefe de Estado angolano, João Lourenço, solicitou esta quarta-feira, em Luanda, o apoio do governo português para a realização das eleições autárquicas em Angola, marcadas para 2020. Em cerca de cinco meses, a ‘Operação Transparência’ já conta com mais de 450 mil estrangeiros expulsos, maioritariamente vindos da República Democrática do Congo (RDC) e milhares de diamantes e pedras preciosas apreendidas. A primeira fase da referida operação tem o fim previsto para 2020.
Líder do MEA abre processo crime contra Comandante e Administrador do Zango Caála pode ficar sem vacinação Antirrábica
De acordo com Francisco Teixeira que falava a imprensa esta quarta-feira, 20 de Fevereiro de 2019, apontou o Comandante Distrital do Zango e o Administrador Comunal Local sendo os responsáveis do seu rapto na terça-feira desta semana. Os 18 técnicos que participaram nas últimas campanhas de vacinação, em 2015 e 2016, até ao momento não foram pagos os seus subsídios, situação que inibe os mesmos a poderem voltar a participar, informou, sexta-feira, em declarações à ANGOP, a responsável da zona pecuária da região sul da província, Filomena da Silva.
Eco do Partido Campo do militante
Líder da UNITA garante fim da discriminação no GIP Jonas Savimbi “foi um Líder profundamente Capacitado”
O Presidente da UNITA, Isaías Samakuva, trabalhou esta quarta-feira 26 de Julho de 2017, na capital do Bengo, Caxito, tendo discursado para as populações locais. A posição é do Veterano da Pátria e General na Reforma, Vicente Viemba, que falava nesta sexta-feira, 15 de Fevereiro de 2019, no Espaço “A Hora das Perguntas”, da Rádio Despertar, onde falou de Jonas Malheiro Savimbi como político, militar e diplomata, tendo-o considerado como sendo um líder profundamente capacitado.
Intolerância
Palavra do Presidente
Presidente da UNITA descreve Jonas Savimbi como “nacionalista Implacável”
A UNITA celebrou no dia 23 de Fevereiro de 2019, os 17 anos da morte em combate do líder fundador do seu partido, Jonas Malheiro Savimbi, assinalados a 22 de Fevereiro, celebração organizada com uma Conferência Nacional, que marca o início das actividades das exéquias do seu Presidente fundador, que podem acontecer neste ano de 2019.

Falando sobre a data, no encontro que também assinalou abertura dos ciclos de conferências de homenagem a memória da vida e obra de Jonas Malheiro Savimbi, que decorrerão em simultâneo em todo o país, no ano dedicado a consagração da memória de Jonas Savimbi, o Presidente da UNITA, Isaías Samakuva afirmou haver um cruzamento natural e complexo entre a memória de Jonas Malheiro Savimbi e a verdadeira história de Angola.

“Há, portanto, um cruzamento natural e complexo entre a memória de Jonas Malheiro Savimbi e a verdadeira História de Angola. Decorre daí que a construção da história que se conta hoje como História de Angola foi um processo cultural em que história e memória se fundiram para seleccionar de modo incompleto e deturpado as referências factuais, míticas e fictícias a partir das percepções de um passado compreendido como comum”.

Segundo o líder da UNITA, “Nacionalista implacável, Jonas Savimbi tinha Angola como uma constelação de pequenas nações, um mosaico multi-cultural, cujos povos deviam negociar um pacto social, um compromisso, para a construção da Nação angolana na sua única Pátria, a Angola indivisível. Nenhum grupo étnico, nenhuma cultura regional, nenhum Partido político, devia procurar hegemonia e impor-se aos outros para dominar Angola. O Dr. Savimbi defendia que a Pátria deveria ser igual para todos e beneficiar a todos”.

O presidente do maior partido na oposição angolana, apontou a assinatura dos Acordos de Paz para Angola, em Bicesse, Portugal, em 31 de Maio de 1991, o fim de um Estado totalitário de partido único para um Estado Democrático de Direito, o fim da existência de dois exércitos para um só Exército, as Forças Armadas Angolanas – FAA, o fim de uma economia centralizada, para uma economia livre como resultados da luta de resistência contra a dominação estrangeira, classificando estes, como factos históricos essenciais que constituem a memória de Jonas Malheiro Savimbi, sublinhando que, “Ele foi um dos país da independência de Angola e uma das principais forças constituintes da República de Angola e do seu Estado democrático de direito”.

Para o Dirigente máximo da UNITA, “Como profundo conhecedor da génese político-cultural dos seus compatriotas que se apoderaram de Angola para desvirtuar a sua memória e empobrecer os angolanos, o Dr. Savimbi previu as consequências negativas da hegemonia na vida dos angolanos: o neocolonialismo faria aumentar os níveis de discriminação e exclusão dos patriotas angolanos dos centros de decisão, as fraudes e os assaltos ao erário público aumentariam os níveis de pobreza no seio das maiorias, e os assaltos à identidade angolana trariam a falência do sistema de educação e o desprezo pelas línguas nacionais. A corrupção, o nepotismo e a impunidade fixariam residência permanente nos centros do poder”.

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grupo parlamentar - actividade
Deputados denunciam ineficácia da estratégia Governamental para Cabinda
O Grupo Parlamentar da UNITA promoveu na manhã desta segunda-feira, 11 de Fevereiro de 2019, uma conferência de imprensa com os jornalistas de diferentes órgãos de comunicação social nacionais e internacionais, com o objectivo de informar a sociedade em geral a situação política, económica e social da Província de Cabinda, na sequência de uma visita de constatação realizada àquela parcela do país pelos deputados da UNITA, que se inteiraram das últimas detenções de activistas nesta região.

A delegação do Grupo Parlamentar que foi composta pelos Deputados Joaquim Nafoia, Raúl Taty, e Pedro Kangombe confirma que “A onda de detenções ora despoletada carece de uma contextualização. Cabinda continua a ser uma das Províncias de Angola onde se regista um movimento reivindicativo de carácter independentista que ao longo dos anos foi ganhando várias expressões de carácter político, militar e cívico, o que traz à ribalta a ineficácia da estratégia concebida e aplicada pelo regime angolano”.

No documento apresentado pelo Presidente do Grupo Parlamentar da UNITA constata ainda que, a estratégia concebida e aplicada pelo regime angolano tem tido vertentes militar, repressiva e a sócio-económica.

Para Adalberto Costa Júnior, “Em relação à estratégia militar, depois do Memorando do Luena que veio trazer a paz das armas ao País, urge privilegiar o diálogo permanente como forma de solução dos diferendos existentes”.

Em relação à vertente repressiva, constatou-se que desde a extinção por via judicial da Associação cívica “Mpalabanda”, em 2006, o Executivo angolano através dos Órgãos de Defesa e Segurança tem situado a sua intervenção na restrição aos direitos constitucionais, mormente na proibição das reuniões, na proibição da liberdade de associação, na restrição à liberdade de expressão e de manifestação, o que segundo o responsável parlamentar, esta estratégia acaba por acentuar efeitos perversos, promovendo acções radicais em sentido inverso.

Ainda de acordo a constatação, “A partilha de 10% das receitas fiscais, do valor da produção petrolífera, para investimentos em Cabinda, não foi cumprida. A título de exemplo os muito anunciados projectos do Porto Caio, o Polo Industrial do Fútila, e a Centralidade; o Campus Universitário, o novo aeroporto e o terminal marítimo encontrando-se paralizados”.

A delegação do Grupo Parlamentar da UNITA encontrou-se com o Governador da Província, o Sub-Procurador da República, a Delegação do Interior e Comando Provincial da Polícia Nacional, e efectuado visitas às unidades penitenciárias da Cadeia Civil e do Yabe.
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L.i.m.a - actividades
Responsável deplora más condições de vida das Populações de Nambuangongo
Helena Bonguela trabalhou nos dias 20 e 21 de Outubro de 2018, nas aldeias de Kibunda e Cacuaco, na comuna do Zala, Município do Nambuangongo, província do Bengo, tendo no final manifestado a sua insatisfação pela falta de condições em que as populações daquelas comunidades estão votadas.

A presidente da LIMA, braço feminino da UNITA, que revelou a situação à comunicação social, reprovou também a insensibilidade das autoridades locais que terão retirado o material que tinha sido colocado num local para a construção de uma escola, por alegadamente maior parte de a população local ter depositado o seu voto ao Galo Negro, nas eleições de 2017.

“Contaram-me de que o governo, na véspera das eleições, colocou material, mas depois veio também retirar. Foi preciso reagir para que aquela escola se construa. É exactamente mais uma vez o esforço da população. Não tem hospitais na comunidade, não tem escolas na comunidade. As estradas são péssimas, as nossas casas são essas: umas meio-caídas em que não há condições de vida”, recordou a dirigente.

A responsável deplorou a falta de energia, água e de medicamento nos hospitais.

“Não temos luz eléctrica, nós tiramos água do rio, directamente para o nosso consumo. Esta água não é tratada, não é potável. Como é que podemos ter saúde, se depois adoecemos e não temos hospital com medicamento, o que é que este governo quer para este povo?”

Segundo a dirigente da Liga da Mulher Angolana, “Angola ainda não viveu mudança absolutamente nenhuma. Angola precisa de um novo rumo, precisa de uma nova vida. E, só é possível esse novo rumo, essa nova vida, com a UNITA no poder”.

Helena Bonguela criticou, igualmente o facto de a maioria dos antigos combatentes, viúvas e órfãos não usufruírem das pensões a que têm direito, por força da sua participação na luta de libertação nacional.

“A história nos diz que estas são áreas que, na era colonial lutaram contra o colono português. Os nossos avós, os nossos pais, aqui pegaram em armas para correr o colono, porque queríamos que Angola fosse governada por verdadeiros angolanos. Mas é essa parcela do país que está abandonada simplesmente”.

“Não há para o antigo combatente; uma pensão condigna. Não há pensões, os papás estão aqui, as mamãs mais velhas estão aqui. Não pensões daqueles que libertaram a pátria. Não há pensões. Acredito, temos aqui um número elevado de viúvas e órfãos de guerra: Não têm pensões de sobrevivência”.
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