UNITA - ANGOLA
Na verdade Jonas Malheiro Savimbi é, pelo seu pensamento e acção, um inextinguível Inspirador para, as presentes e futuras gerações, de patriotas Angolanos.
Com a sua luta os angolanos conquistaram o direito de serem homens livres e decidirem o seu próprio destino. Por isso, hoje, lutam para implantar em Angola as autarquias locais, como a alavanca para a consolidação da Democracia Participativa e do Desenvolvimento Inclusivo.
29/10/2020
SECRETARIADO DO COMITÉ NACIONAL DA JURA

A JURA – Juventude Unida Revolucionária de Angola, foi fundada aos 28 de outubro de 1974 na localidade de Úria Província do Moxico, pelo Dr. Jonas Malheiro Savimbi. Enquanto organização juvenil da UNITA, e em permanente adaptação no tempo, procurou desde sempre, dar o seu contributo em razão das fases e realidades políticas, económicas, sociais e culturais, que têm marcado o percurso histórico do país e do Partido em particular.

Ao celebrar os 46 anos de existência, torna publico o seguinte:

1- Saudar a Juventude angolana pelo despertar das consciências que há muito o regime tentou dopar por demagogias suas.

2- Repudiar as más condições sociais em que esta mesma juventude está envolvida, fruto do fracasso das políticas do Regime do MPLA.

3- Manifestar o seu profundo reconhecimento e regozijo a sociedade civil pela forma massiva como aderiu e participou na manifestação por si convocada para reclamar a realização da eleições autárquicas; a transparência nos processos eleitorais; o elevado custo de vida, de entre outras promessas eleitorais, por nós apoiada.

4- Reiterar o nobre compromisso de tudo fazer para continuarmos de mãos dadas na prossecução dos objectivos que concorrem para a realização plena de Angola e dos angolanos.

5- Aproveitar o ensejo para repudiar a forma inconstitucional e desumana com que as autoridades angolanas têm procedido com realce a repressão policial aos jovens indefesos, que buscam apenas e simplesmente reivindicar os seus direitos salvaguardados na CRA, mormente no seu Artigo 47º.

6- Exigir a libertação imediata do Secretário Geral da JURA Agostinho Kamuango Lopes, de todos os activistas cívicos, os militantes da UNITA bem como os demais membros da sociedade civil detidos durante a manifestação de 24 de outubro, em Luanda.

7- Aproveitar a sublime oportunidade para saudar mais uma vez a classe médica, soldados da frente na luta contra o inimigo do momento, a COVID-19 e exprimir os seus sentimentos de pesar pelos profissionais da classe que perderam as suas vidas nesta tenebrosa batalha.

8- Apelar a todos os seus membros a manterem a calma e a serenidade em função dos últimos acontecimentos de sábado. Confiamos na Direcção do Partido, encabeçada sabiamente pelo Eng.º Adalberto Costa Júnior, que tudo tem sabido fazer para que o regresso ao nosso convívio dos companheiros detidos, seja um facto nas próximas horas.

9- Lamentar o bárbaro assassinato, dos cidadãos Marcelina e Mãe África, membros da sociedade civil, perpetrada pela Polícia Nacional de Angola, e endereça a família, os profundos sentidos pêsames. Em sua memoria, a JURA colocará a sua bandeira em meia haste a nível nacional, ate ao dia 31 de outubro.

10- Finalmente, reiterar o seu incondicional apoio a Direcção do Partido na pessoa do Presidente Adalberto Costa Júnior e reafirmar o seu compromisso histórico de braço de apoio, em prol da nossa nação angolana.

JURA – PÁTRIA;

JURA – CIÊNCIA E PROGRESSO

Luanda, 28 de Outubro de 2020

O SECRETARIADO DO COMITÉ NACIONAL
Em destaque
13/10/2020
12/09/2020
O Presidente da UNITA, Adalberto Costa Júnior encontrou-se na tarde desta segunda-feira, 12 de Outubro de 2020, com jornalistas de distintos órgãos de comunicação social. Durante pouco mais de uma hora, o líder da UNITA destacou a visão do seu partido sobre o país, espelhada no texto que se publica na íntegra:
Muitos dos desafios previstos para este ano de 2020, ficaram sem concretização. O partido que suporta o governo preferiu deliberadamente transferir para o COVID 19, as suas opções de recusar aos angolanos a expressão plena da democracia participativa e tal como Judas, também negou os compromissos publicamente assumidos. Mais uma vez nega servir o seu soberano: o Povo Angolano.
O Secretário de Estado do Ministério do Interior, Salvador Rodrigues, é apontado em meios políticos, em Luanda, como a entidade que forneceu falsas informações ao titular do Poder Executivo, garantindo-o que na manifestação pela cidadania ocorrida no sábado (24/10) não havia registos de mortes pelas mãos dos seus efectivos.
O Presidente da República, João Lourenço, apelou, nesta terça-feira, 27 de
Outubro de 2020, aos membros do Governo para manter a dinâmica de
funcionamento, apesar do momento difícil imposto pela Covid-19, pois o
trabalho não pode parar, noticiou-o à Angop na sua edição de hoje.
“Temos de encontrar soluções para os inúmeros problemas que o nosso
país ainda enfrenta”, recomendou o Titular do Poder Executivo na sua
breve intervenção na cerimónia de posse de novos responsáveis do
Governo.
O Sindicato dos Jornalistas Angolanos (SJA) repudiou, nesta segunda-feira,
26 de Outubro de 2020, a detenção, pela Polícia Nacional, dos jornalistas
que reportavam, sábado último, uma manifestação contra as políticas do
Governo, noticiou ontem à Angop na noite desta segunda-feira (26).
De acordo com a informação a que o Correio da Kianda teve acesso nesta
segunda-feira, 26 de Outubro de 2020, de um grupo composto por mais
de quarenta advogados de diferentes escritórios de Luanda manifestaram
interesse em defender os manifestantes detidos pela polícia durante a
marcha de sábado.
Segundo uma fonte que se encontra no local desde às primeiras horas da
manhã de hoje, que informou no seu moral do facebook antes do
arranque do julgamento desta segunda-feira, 26 de Outubro de 2020,
vários activistas concentraram-se em frente ao Tribunal de Luanda,
Palácio Dona Ana Joaquina com gritos e cânticos, pedindo a libertação
dos 103 detidos, neste sábado, 24.
A actuação da Polícia Nacional em na manifestação de sábado, 24 de Outubro de 2020, em Luanda, realizada pela sociedade civil levantou as mais vivas reacções de vários membros, personalidades, e actores da sociedade entre os quais músicos conceituados angolanos.
Eco do Partido
Campo do militante
O Presidente da UNITA, Isaías Samakuva, trabalhou esta quarta-feira 26 de Julho de 2017, na capital do Bengo, Caxito, tendo discursado para as populações locais.
“A Importância ou não da cerca sanitária em Luanda” foi o tema do Debate da manhã deste sábado, 22 de Agosto de 2020, na Rádio Despertar, em que os convidados consideraram não continuarem válidas as razões que estiveram na base da criação da cerca sanitária à Província de Luanda.
Intolerância
Palavra do Presidente
O Presidente da UNITA, Adalberto Costa Júnior acusou o Executivo de João Lourenço de ser incapaz de dialogar e de respeitar a lei.

Em declaração proferida este domingo, 25 de Outubro de 2020, e divulgada na sua página oficial do Facebook, sobre a convocação antecipada do novo Estado de calamidade Adalberto Costa Júnior condenou o uso abusivo de força e balas reais pela polícia contra os manifestantes.

O Líder da UNITA considerou na sua mensagem que a renovação antecipada do Estado de Calamidade na passada sexta-feira, pelo ministro de Estado e chefe da Casa Civil do Presidente da República, Adão de Almeida, é resposta à manifestação convocada pela sociedade civil, no sábado, 24 deste mês.

“Para responder à manifestação, Adão de Almeida anunciou, por volta das 19 horas, um novo decreto presidencial, contendo um conjunto de novas medidas, colocando o acento tónico na proibição da presença de mais de 5 pessoas juntas na rua, deixando a entender de forma muito clara que estas medidas tinham sido tomadas para impedir a manifestação convocada para o dia seguinte”.

O responsável da UNITA afirmou que, “O decreto presidencial em nenhuma
circunstância se sobrepõe à Constituição da República de Angola”, contrariamente ao que aconteceu com a presente lei do Estado de Calamidade renovado.

“Aliás, nunca se viu anunciar medidas às 19 horas para entrarem em aplicação na mesma noite, também com publicação record no diário da república. Como todos sabemos, as Leis obedecem uma hierarquia, e o decreto presidencial em nenhuma circunstância se sobrepõe à Constituição da República de Angola”.

Para Adalberto Costa Júnior, “A Lei de Protecção Civil, cujo acréscimo em maio último permitiu abraçar o Estado de Calamidade, tem uma frase claramente colocada, e que diz, desta Lei, em nenhuma circunstância pode pôr em causa direito constitucionalmente adquiridos. Repito: esta Lei em nenhuma circunstância pode pôr em causa direitos constitucionalmente adquiridos; e nós citamos, por exemplo, entre os quais o direito à manifestação”.

Adalberto Costa Júnior diz que, “Temos assim, um governo a mostrar-se incapaz de respeitar a Lei, mas a mostrar-se capaz de fazer leis de conveniência a mostrar-se incapaz também de dialogar, inclusive com jovens, mas também a mostrar-se incapaz de não resistir à manipulação das forças de defesa e segurança, dando-lhe instruções discricionárias, no que respeita o uso da violência, infelizmente”.
grupo parlamentar 
Os Deputados pela bancada parlamentar da UNITA protestaram com máscaras pretas e cartões vermelhos o discurso sobre o Estado da Nação proferido na Assembleia Nacional nesta quinta-feira, 15 de Outubro de 2020, durante a Sessão Plenária Solene de abertura do Ano Legislativo.

O Presidente da República que pela quarta vez discursou no hemiciclo discorreu sobre vários aspectos da vida do país, desde a situação da pandemia, passando pelos aspectos políticos, económicos, financeiros, sociais, culturais e diplomáticos.

Contra as expectativas da oposição em particular e da sociedade em geral, o Presidente João Lourenço negou-se a precisar o horizonte temporal em que as eleições autárquicas terão lugar no país, condicionando a sua realização à conclusão do Pacote Legislativo Autárquico.

Segundo João Lourenço, não é justo e correcto dizer-se que as eleições foram adiadas, porque não se adiam eleições que nunca foram convocadas, e não se convocam eleições sem que assentem numa base legal, sob pena de não serem consideradas válidas.

“Estamos todos interessados na realização dessas eleições que vão acontecer pela primeira vez em Angola, e que farão emergir um novo tipo de poder que, com certeza, vai aliviar em muito o peso da responsabilidade que hoje recai sobre o Estado, na resolução dos problemas quotidianos que afligem o cidadão na sua comunidade”, explicou João Lourenço, sublinhando que o Executivo, o Parlamento, os Partidos Políticos, a Comissão Nacional Eleitoral, a sociedade civil, todos temos tarefas por realizar para garantir o sucesso deste processo.

A reacção da oposição não se fez esperar.

A UNITA, CASA-CE, PRS, ouvidos em separados pela imprensa mostraram-se agastados com o facto de o Presidente não ter tido a coragem de dizer quando é que as primeiras eleições autárquicas terão lugar em Angola.

Nelito Ekuikui deputado pela bancada da UNITA disse que o discurso do Presidente da República foi controverso, não reflecte a realidade da vida das populações angolanas.

Para Albertina Navemba Ngolo, o Presidente da República fez a tarefa dos seus ministros. Relativamente às autarquias Navita Ngolo diz que o titular do poder executivo deveria ter dado um indicador para a realização das mesmas.

“Dizer que a Assembleia Nacional não terminou o pacote legislativo é desculpa de mau pagador”, afirma Albertina Ngolo, que se insurge contra o facto de o Presidente da república não ter apontado soluções para os problemas da falta de água potável, altos preços dos produtos da cesta básica.

“O cidadão não quer continuar a ver o seu rendimento taxado com o IVA, com o IRT. O Senhor presidente tem que aligeirar a vida dos cidadãos”, desabafou a deputada da oposição que acusa João Lourenço de subalternizar a Assembleia Nacional e a Justiça.


L.i.m.a - actividades
Helena Bonguela Abel venceu neste Sábado, 08 de Agosto de 2020, a eleição do IV Congresso da LIMA com 61, 36%, correspondentes 368, superando as suas duas concorrentes Manuela dos Prazeres de Kazoto, a segunda mais votada com 208 votos, equivalentes a 33, 76%, e Domingas Jungulu José que ficou na terceira posição com 30 votos correspondendo a 4, 87%.

O Conclave ocorreu em 8 Regiões, por sistema de videoconferências devido as restrições impostas pelas medidas de combate a COVID-19.

Entretanto, os resultados da eleição deixaram insatisfeita a Candidata Manuela dos Prazeres, que contestou os resultados do pleito, após a divulgação final.

“A UNITA é a promotora da Democracia em Angola e devemos ser de facto o espelho e a escola da Democracia. Dito isso, eu, senhor Presidente e membros da Direcção, do fundo do meu coração, enquanto militante, eu não gostaria de pactuar com vícios, e por essa razão, queiram desculpar-me, eu não estou de acordo com o resultado deste Congresso”, disparou.

Em resposta, a Presidente da Comissão Eleitoral do IV Congresso da LIMA, Amélia Judith, refutou a contestação apresentada pela Candidata Manuela dos Prazeres, afirmando que, em nenhum momento recebeu alguma reclamação.

“Enquanto Presidente da Comissão Eleitoral do IV Congresso da LIMA, em nenhum momento recebemos alguma reclamação da Candidata Manuela dos Prazeres, e para complementar eu tenho as actas sínteses do país, se o Presidente Permitir, eu vou ler acta por acta. Para dizer que eu não recebi, se recebesse nós teríamos agido”, defendeu-se Amélia Judith Ernesto.

O Congresso da Organização Feminina da UNITA, a LIMA – Liga da Mulher Angolana, ocorreu nos dias 7 e 8 de Agosto de 2020, em 8 Províncias de Angola. A Região Sul, reunida na província da Huíla, com as Províncias do Cunene, da Huíla e Namibe; a 2ª Região Centro 1, reunida no Bié, com as Províncias do Kuando Kubango, do Bié e do Huambo; a 3ª Região é a Centro 2 reunida em Benguela, com as Províncias de Benguela e do Kwanza-Sul.

A 4ª Região correspondeu a Região Leste e albergou as Delegadas na Lunda Sul, da Lunda-Norte, Lunda-Sul e Moxico; a 5ª Região representou a Região Norte, e acolheu-se na Província do Uíge, com Delegadas da Província do Zaires, Uíge e Malange e com algumas dos municípios do Kwanza-Norte que não podiam se deslocar para a Lunda-Sul, devido as restrições à COVID.

A 6ª Região foi a região do Kwanza-Norte, que tem o Município em cerca sanitária, realizando o Congresso de forma isolada, a 7ª Região igualmente isolada, foi a Região de Cabinda, por questões geográficas, e a 8ª Região foi a Região de Luanda que reuniu-se com a Província do Bengo.


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