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Fonte : KUP
Especialista defende inserção de Jovens no Mercado de Trabalho
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Augusto Bafua especialista em Relações Internacionais considera que o desenvolvimento de Angola depende de instituições sérias e da certeza jurídica.

Questionado sobre o desempenho do novo Presidente da República, João Lourenço, o especialista valorizou os primeiros passos de sua governação, mas reprova os níveis de inserção de jovens no mercado do trabalho e número diminuto de mulheres ministras.

“Há um número diminuto de governadores jovens, precisa-se de ministros mais jovens e sobretudo de mulheres. É preciso Angola enveredar por esta linha, porque as mulheres são a maioria deste país e João Lourenço tem que fazer as leituras dos tempos, tem que ler os dados do Censo que mostra quem são angolanos, onde estão e como estão. Então toda e qualquer iniciativa de resolução de problemas por via de políticas públicas tem de obedecer esta realidade”, disse Augusto Bafua.

Quanto ao convite feito pelo Presidente da República de Angola aos empresários estrangeiros para investir em Angola, o especialista em relações internacionais entende que tudo passa pelo sistema de Justiça pelos tribunais sérios que não pactuem com casos de corrupção e que julguem com equilíbrio.

“Angola realmente tem esses problemas, tem de haver um esforço no sentido de dinamizar higienizar o sistema jurídico angolano para que tenha credibilidade, assim como melhorar a transparência”, apontou Augusto Bafua, para quem os discursos do chefe de Estado no exterior do país, desde o Parlamento Europeu, França, Berlin precisam de ser acompanhados por actos concretos nessas matérias.

De acordo com o nosso interlocutor, Angola tem a obrigação de criar condições internas para que o empresário estrangeiro se sinta atraído a montar o seu negócio no nosso país.

“Percebo que para as pessoas trazerem seus negócios, o seu dinheiro para Angola deve haver no país condições para execução do seu investimento, estou a referir-me desde a entrada até a execução do seu plano de negócio. A questão é que o nosso país, não tem essas mínimas condições”, assegurou o responsável, que ainda assim defende a necessidade da construção das infraestruturas, como estradas.
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Terça-feira, 18 de Setembro de 2018