UNITAANGOLA
Fonte : KUP
Presidente da UNITA descreve Jonas Savimbi como ‚Äúnacionalista Implac√°vel‚ÄĚ
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A UNITA celebrou no dia 23 de Fevereiro de 2019, os 17 anos da morte em combate do líder fundador do seu partido, Jonas Malheiro Savimbi, assinalados a 22 de Fevereiro, celebração organizada com uma Conferência Nacional, que marca o início das actividades das exéquias do seu Presidente fundador, que podem acontecer neste ano de 2019.

Falando sobre a data, no encontro que tamb√©m assinalou abertura dos ciclos de confer√™ncias de homenagem a mem√≥ria da vida e obra de Jonas Malheiro Savimbi, que decorrer√£o em simult√Ęneo em todo o pa√≠s, no ano dedicado a consagra√ß√£o da mem√≥ria de Jonas Savimbi, o Presidente da UNITA, Isa√≠as Samakuva afirmou haver um cruzamento natural e complexo entre a mem√≥ria de Jonas Malheiro Savimbi e a verdadeira hist√≥ria de Angola.

‚ÄúH√°, portanto, um cruzamento natural e complexo entre a mem√≥ria de Jonas Malheiro Savimbi e a verdadeira Hist√≥ria de Angola. Decorre da√≠ que a constru√ß√£o da hist√≥ria que se conta hoje como Hist√≥ria de Angola foi um processo cultural em que hist√≥ria e mem√≥ria se fundiram para seleccionar de modo incompleto e deturpado as refer√™ncias factuais, m√≠ticas e fict√≠cias a partir das percep√ß√Ķes de um passado compreendido como comum‚ÄĚ.

Segundo o l√≠der da UNITA, ‚ÄúNacionalista implac√°vel, Jonas Savimbi tinha Angola como uma constela√ß√£o de pequenas na√ß√Ķes, um mosaico multi-cultural, cujos povos deviam negociar um pacto social, um compromisso, para a constru√ß√£o da Na√ß√£o angolana na sua √ļnica P√°tria, a Angola indivis√≠vel. Nenhum grupo √©tnico, nenhuma cultura regional, nenhum Partido pol√≠tico, devia procurar hegemonia e impor-se aos outros para dominar Angola. O Dr. Savimbi defendia que a P√°tria deveria ser igual para todos e beneficiar a todos‚ÄĚ.

O presidente do maior partido na oposi√ß√£o angolana, apontou a assinatura dos Acordos de Paz para Angola, em Bicesse, Portugal, em 31 de Maio de 1991, o fim de um Estado totalit√°rio de partido √ļnico para um Estado Democr√°tico de Direito, o fim da exist√™ncia de dois ex√©rcitos para um s√≥ Ex√©rcito, as For√ßas Armadas Angolanas ‚Äď FAA, o fim de uma economia centralizada, para uma economia livre como resultados da luta de resist√™ncia contra a domina√ß√£o estrangeira, classificando estes, como factos hist√≥ricos essenciais que constituem a mem√≥ria de Jonas Malheiro Savimbi, sublinhando que, ‚ÄúEle foi um dos pa√≠s da independ√™ncia de Angola e uma das principais for√ßas constituintes da Rep√ļblica de Angola e do seu Estado democr√°tico de direito‚ÄĚ.

Para o Dirigente m√°ximo da UNITA, ‚ÄúComo profundo conhecedor da g√©nese pol√≠tico-cultural dos seus compatriotas que se apoderaram de Angola para desvirtuar a sua mem√≥ria e empobrecer os angolanos, o Dr. Savimbi previu as consequ√™ncias negativas da hegemonia na vida dos angolanos: o neocolonialismo faria aumentar os n√≠veis de discrimina√ß√£o e exclus√£o dos patriotas angolanos dos centros de decis√£o, as fraudes e os assaltos ao er√°rio p√ļblico aumentariam os n√≠veis de pobreza no seio das maiorias, e os assaltos √† identidade angolana trariam a fal√™ncia do sistema de educa√ß√£o e o desprezo pelas l√≠nguas nacionais. A corrup√ß√£o, o nepotismo e a impunidade fixariam resid√™ncia permanente nos centros do poder‚ÄĚ.

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Quinta-feira, 19 de Setembro de 2019