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Fonte : KUP
Especialistas enaltecem mudanças na Comunicação Social Angolana
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Um painel diversificado de jornalistas, personalidades políticas e sociais destacou na noite desta terça-feira, 27 de Agosto de 2019, em Luanda, a existência, em Angola, de uma comunicação social mais aberta e plural, focada na divulgação do quotidiano.

Num debate do programa “Sociedade Aberta” da TPA, com o tema “Que país a comunicação social está a mostrar”, os especialistas analisaram o seu desempenho dos últimos dois anos, precisamente desde as eleições de Agosto de 2017.

Durante o debate, o painel fez referência ao facto de a imprensa, particularmente a pública, ter estado a fazer um esforço para mostrar ao mundo o país real, trazendo a público os factos positivos e, também, os menos abonatórios da governação.

Os convidados destacaram o facto de o novo pensamento político ajudar e contribuir para a nova postura da comunicação social, principalmente da pública, que durante muitos anos serviu de porta-voz do governo.

O agrónomo Fernando Pacheco, apesar de enaltecer os efeitos positivos da mudança de rumo político do país, defendeu a necessidade de se garantir que a imprensa se liberte, mais, das amarras das agendas oficiais e vá ao encontro dos anseios populares.

Para o técnico, a cobertura jornalística não se deve agarrar ao positivo ou ao negativo, mas deve trazer a público os factos tal como são e acontecem no país real.

O jornalista João Armando reforçou a necessidade de se olhar para os factos com rigor, objectividade e imparcialidade, relatando-se os acontecimentos sem visões “sangrentas”.

No entanto, criticou a “pouca agressividade” da imprensa especializada, com particular atenção para a económica, que muitas vezes passa “ao lado”, ou trata sem grande profundidade as matérias.

O advogado Adriano Sapinãla, apesar de reconhecer as mudanças registadas, considerou haver, ainda, muito por fazer para se satisfazer os anseios do público, apelando aos órgãos de comunicação que dêem mais espaço ao que se faz no interior do país.

O painel foi unânime com relação a necessidade da aposta na formação de quadros, maior abertura das fontes e maior ligação com o público.

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