UNITA - ANGOLA
Fonte :
UNITAANGOLA
“Os Angolanos votaram em consciência. e fizeram História” – Adalberto Costa Júnior
FPU e Povo 24-09-2022, Marcha foto (1).jpg
O Presidente da UNITA, Adalberto Costa Júnior, voltou a defender sábado, 24 de Setembro de 2022, em Luanda, no Largo das Escolas, após a manifestação pacífica denominada, “Marcha da Liberdade”, realizado do Largo do Cemitério da Santa-Ana e culminou no Largo das Escolas, que visou exprimir o descontentamento do pela violação da verdade eleitoral pelas instituições nas Eleições de 24 de Agosto de 2022.

Adalberto Costa Júnior afirmou não ser verdadeira a abstenção oficial anunciada pela CNE nas Eleições de Agosto último.

“Eu tenho motivos para dizer obrigado à toda Angola, a todos os angolanos dentro e aos angolanos fora do país; porque os angolanos foram votar, votaram em consciência. Não é verdade, a abstenção oficial: não é verdade. Esta abstenção contou com os mortos, contou com a duplicação de inscrições; não é verdadeira: os angolanos votaram em consciência. E, fizeram história, fizeram história”.

“E, eu tenho a que dizer obrigado, porque neste país toda gente sabe, angolanos e não angolanos, dentro de fora do país; todos sabem quem ganhou as Eleições. Todos sabem. Todos sabem!”.

O responsável da UNITA garantiu aos angolanos que o seu partido e a FPU continuarão a defender o povo com a mesma dinâmica de sempre.

“O que quero dizer? Eu quero dizer a voz todos, a todos vós que, nós continuamos a manter a fé e o foco, e a mesma dedicação; a mesma força de combate e de luta, a mesma de sempre. Eu sei, que logo após as eleições, quando começaram a surgir os primeiros resultados, foram muitos aqueles que esperaram de nós a voz da rua como via da conquista das instituições”.

“Foram muitos aqueles que nos pressionaram e que esperaram que nós déssemos voz de manifestações, numa altura em que tínhamos as ruas cheias de repressão, e de quem esperava que nós puséssemos os pés na casca de banana”.

De acordo com Adalberto Costa Júnior, “nós temos maturidade política, e nós pensamos que o preço do poder não vale tudo. Não vale tudo. Não vale o banho de sangue do meu povo. Não é falta de coragem não. Bem pelo contrário, eu quero partilhar com todos, todos, aquilo que todos já viram”.

O líder da UNITA defendeu que, o país não está na mesma situação que antes das eleições, sobre a posição do regime no país.

“E, os angolanos votaram bem. Nós expusemos sem limites as instituições partidárias. Nós não stamos na mesma situação de antes das eleições, é mentira. Se alguém está a pensar que nós não conquistamos os espaços estão distraído. Muito distraído”.

“Nós hoje temos um consenso nacional e internacional, sobre o regime. Temos um consenso. Hoje a imagem nacional e internacional é a mesma. As pessoas todas sabem o que é que aconteceu em Angola. Toda gente sabe”.

O responsável partidário realçou ainda que, o seu partido obrigou o estado partidário a expor-se sem limites.

“Nós obrigamos o estado-partidário a expor-se sem limites, obrigamos a CNE a expor-se sem limite, obrigamos os tribunais a exporem-se sem limite; obrigamos a que o próprio partido do regime tenha ficado sem vontade de festejar a vitória auto-adquirida. Obrigamos. Obrigamos! E, nós hoje temos na nossa mão um trunfo muito forte, o trunfo que nós temos é que nós temos a prova da vitória. Nós temos a prova da vitória!”

“Nós temos as actas, como nunca tinhamos tido na nossa mão. Nós temos um Presidente da República de um país importante, que nos orientou e que nos disse: “vocês têm desta vez a pérola da verdade”; alguém me corrige aqui, ele disse: “a pepita de ouro”, é o mesmo valor: a Pepita de ouro; são as provas da vitória”, reforçou.

Para Adalberto Costa Júnior, “não é por acaso que a Comissão Nacional Eleitoral recusou aceitar a contestação, e não é por acaso que o Tribunal Constitucional recusou tudo que entra; tudo que entra é recusado, tudo que entra. Vamos ver como é que se vai continuar a comportar. Porque, este tribunal saiu de rastos deste processo; completamente de rastos deste processo. Não saiu de rastos em Angola; saiu de rasto em Angola e fora de Angola, em Angola e fora de Angola”.

“Nós queremos uma Angola democrática, nós queremos é reformas que Angola precisa. Nós identificamos o nosso inimigo comum. O nosso inimigo comum é o estado-partidário. O nosso inimigo comum é o partido único. Qual é o nosso inimigo comum? É o partido único que roubou o voto, que roubou a esperança do povo”, afirmou o líder partidário.

“E, nós desta vez expusemos sem limites as instituições partidárias, dentro e fora das instituições. Nós sabemos que há uma boa parte de angolanos que estão zangados, porque achavam que nós devíamos fazer a luta apenas fora das instituições; a luta na rua, angolanos que estavam a pedir o derrube das instituições por via não democrática. Nós não concordamos”, disse Adalberto Costa Júnior, disse o líder da UNITA, assegurando, na ocasião que, “nós vamos chegar lá, no percurso sem sangue, num percurso de orgulho; todos juntos. Todos juntos, todos juntos por Angola; todos juntos por Angola”.

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Segunda-feira, 03 de Outubro de 2022