UNITA - ANGOLA
Fonte :
UNITAANGOLA
Nota de Repúdio
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De acordo com a nota de repúdio a que tivemos acesso na página do facebook do Presidente da UNITA Eng. Adalberto Costa Júnior, nesta sexta-feira, 25 de Novembro de 2022, o documento condena veementemente os agravados nos últimos anos do regime no poder, numa clara e grosseira violação aos fundamentos do Estado Democrático e de Direito.

Segundo a nota do Secretariado da Comunicação e Marketing da UNITA vem, por este meio, condenar veementemente a onda de perseguições, assaltos, torturas e outras violações dos direitos humanos que se registam em Angola, agravados nos últimos anos do regime no poder, numa clara e grosseira violação aos fundamentos do Estado Democrático e de Direito.

Acrescenta, ainda que o rol de atentados a vida, às liberdades e aos direitos fundamentais em Angola, deve preocupar qualquer patriota e democrata de sã consciência, pois um país que há 30 anos consagrou o multipartidarismo, o Estado Democrático e de Direito, não pode continuar a perseguir, torturar, prender e assassinar quem pense diferente. Um Estado Democrático e de Direito não pode ter presos políticos.

Os activistas cívicos, Luther Campos e Ta Naice Neutro, detidos há mais de 10 meses e mantidos em prisão mesmo depois do competente mandado de soltura, são provas da mentalidade monolítica e d cultura de violação dos direitos civis e políticos. Os recentes actos de torturas e esfaqueamento de Ludmila Pinto, esposa do Jornalista Cláudio Pinto, com ameaças de morte ao seu filho menor de apenas um (1) ano de idade, são evidências da podridão do regime.

A UNITA, por meio do seu Grupo Parlamentar, já condenou vivamente estes actos e levou ao Parlamento Angolano, na sua sessão plenária realizada nesta quinta-feira, 24 de Novembro de 2022, uma proposta de Voto de Protesto para que a Assembleia Nacional manifestasse a sua solidariedade à família da vítima de sevícias, condenasse tais actos para transmitir uma mensagem de unidade, desencorajar tais práticas e exigir a responsabilização nos termos da Constituição e da Lei.

A não aprovação do Voto de Protesto pelos deputados do Grupo Parlamentar do MPLA é prova da insensibilidade e falta de humanismo dos dirigentes do regime e do seu aval às velhas práticas antidemocráticas de perseguição e silenciamento das vozes opostas.

A UNITA considera absurda e preocupante a utilização de instituições do Estado para negar a solidariedade aos cidadãos que vezes sem conta vêem seus direitos violados.

A UNITA vai continuar a denunciar todos os actos atentatórios à vida e à dignidade da pessoa humana, e tudo fará para que as instituições do Estado sirvam o cidadão e não os interesses inconfessos de grupo.

A UNITA insta as autoridades competentes a trazerem à luz os autores deste e de outros actos praticados contra cidadãos no usufruto dos seus direitos.

Luanda, 24 de Novembro de 2022

O Secretariado da Comunicação e Marketing da UNITA
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Quarta-feira, 07 de Dezembro de 2022